Quem é Cláudia Matarazzo? Descubra aqui.
Fest Noiva Ceará – 2010
de 11 a 14 de Março de 2010
Exposição de produtos e serviços para festas e casamentos
Claudia Matarazzo: jornalista, escritora, apresentadora de rádio e televisão. É autora de doze livros sobre etiqueta, casamento , comportamento, etiqueta inclusiva e realiza palestras em todo o país.
Claudia iniciou sua carreira na revista Casa Claudia, onde ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo e escreveu colunas sobre comportamento e moda para várias revistas nacionais, como Playboy, Vogue Homem, Chiques & Famosos, e jornais como o Diário de São Paulo. Há cinco anos assina uma coluna semanal para a revista “A Tribuna de Santos”.
Em 2005 apresentou diariamente a coluna “Atitude” na Rádio Band News FM. Em televisão, apresentou durante um ano na Rede Globo, um quadro semanal sobre Etiqueta no programa “Mais Você”, além de outros programas na TV Cultura, TV Gazeta e Rede Sesc Senac de Televisão.
Mulher e mundo doméstico – Mary del Priore
Sala de Notícias em Debate
Mulher e mundo doméstico
Tv Futura 9-3-2010
No segundo dia especialmente dedicado à Mulher, o Sala de Notícias em Debate faz foco nas mudanças que ocorreram na vida cotidiana no lar face as demandas do mundo moderno. Será analisada a relação custo benefício da emancipação feminina: entrada no mercado de trabalho, jornadas duplas e às vezes triplas, divórcio, responsabilidade sobre a família e todas as cobranças que a sociedade faz.
Convidadas: Lya Luft (escritora), Mary Del Priore (historiadora), Ana Arruda Callado (jornalista e intelectual feminista) e Cristina Lima (consultora em Recursos Humanos).
O amor inimigo e o amor domesticado
O século XVIII: o amor inimigo e o amor domesticado
Mary Del Priore
Casa do Saber Rio de Janeiro
Considerado perigoso, o sentimento amoroso era perseguido pela Igreja, que exigia, dentro do casamento, relações baseadas na “amizade amorosa”. O resultado? Uma dupla moral feita de comportamentos específicos para dentro do casamento e fora dele. Fora, as paixões que resultavam em concubinatos ardentes; dentro, esposas dedicadas exclusivamente à procriação.
Início: 03 MAR
Duração: 4 encontros
Dias/horários: Quartas-Feiras, às 20h (03/03, 10/03, 17/03, 24/03)
Valor: R$ 160,00 na inscrição + 1 parcela de R$ 200,00
Tel.: (21) 2227-2237 \ 222-SABER
Horário de funcionamento: segunda a sexta: 11h às 20h
E-mail: inforio@casadosaber.com.br
por Walcyr Carrasco
Veja São Paulo
Meu primeiro celular parecia um tijolo. Difícil de carregar. Pior ainda, de funcionar. A linha vivia com sinal de ocupado. Mesmo assim era um luxo! Lembro quando liguei pela primeira vez para minha amiga Vera:
— Estou em Brasília, no meu celular — contei.
— Também quero um! — ela gritou, entusiasmada.
De novidade, tornou-se essencial. Agora esses aparelhos são mínimos, fotografam, tocam músicas e acessam a internet. Viver sem um é estar desconectado. No fim do mês vem a conta. Sempre me assusto! As operadoras oferecem pacotes. E de pacote em pacote às vezes eu me sinto embrulhado! Compro por puro entusiasmo uma série de serviços que não uso depois! Um amigo meu tem três celulares. Durante um jantar, falava em todos ao mesmo tempo, enquanto eu tentava conversar. Imagino a conta!
por Dora Lorch
Era uma mulher interessante, de presença marcante, alta, encorpada, cheia de opiniões para dar, apesar de muito agressiva com a filha, digo com os filhos e agregados. Como tudo começou não faço idéia, mas sei que ela batia tanto na filha adolescente, que a menina vinha cheia de cicatrizes de cortes, e manchas de pancadas. E a Marília era uma amor, além de muito miúda. Os psicólogos e demais autoridades estavam preocupados porque Patrícia sabia que tinha agredido a filha, mas não parecia estar arrependida, pelo contrário avisava aos interessados que ia continuar batendo, que Marília tinha o poder de tirá-la do sério. Na verdade a menina estava grávida e Patrícia não conseguia agüentar este golpe, afinal Marília só tinha 13 anos!
A irritação de Patrícia era sensível. Junto com ela veio o filho mais velho, magrinho, encolhido como a irmã, apesar de seus 26 anos. Ele também quase não falava. Soubemos que era casado pela segunda vez, tinha uma filhinha de quatro anos, e morava na casa dele junto com a mãe e a irmã. Era claro que Mamãe comandava a casa dela e dele.
Livros para todo tipo de mulher
O Livreiro
Postado por Douglas Duarte em 8 de março 2010
Mary Del Priore
Uma historiadora com H maiúsculo, que trata de temas obscuros do país desde a chegada dos portugueses. Mas, também, uma mulher interessada no que significa ser mulher. Entre suas obras de corte mais “clássico”, mary del Priore encaixa outras, de interesse inegavelmente feminino, como História das mulheres no Brasil, História do amor no Brasil e Matar para não morrer, que narra o sangrento triângulo amoroso entre Dona Saninha, Dilermando e o escritor Euclides da Cunha.
Foi o Cibalena que me botou nesta roubada. Foi ele que me disse, na boa, compadre, pode ir lá e meter a casa porque a velha mora sozinha e a vizinhança toda trabalha. Vai que é moleza, ele disse. Aí eu fui mesmo, porque, meu, presente a gente nunca recusa. E aí, seguinte, nunca foi tão fácil entrar numa casa. Foi dar uma torcida na fechadura, um peteleco de nada, e a porta tava aberta. Entrei e o maior silêncio, eu só cuidando se a velha não aparecia, mas nada. Examinei o lance, dei uma escutada pra ver se tava limpo e aí comecei a recolher os bagulhos. Cara, a casa cheia de bagulho bom, a velha cheia da grana, como o Cibalena mesmo tinha me dado o toque. Peguei a sacola que eu tinha levado junto, porque sempre é bom andar preparado, e fui metendo as paradas lá dentro: relógio, talher, colar, anel, roupa, a grana que eu encontrei numa gaveta, cd player, dvd – a velha ligadona nestes baratos, meu. Até um quadrinho que tava pendurado na parede eu toquei dentro da sacola, vai que é de algum cara famoso?

