Computador da Apple vira agente literário
por Marijô Zilveti para o Caderno de Informática da Folha de S. Paulo
Desde agosto de 94, um Macintosh Plus (um dos primeiros modelos da linha apple) trocou de atividade. Deixou seus afazeres de editoração eletrônica para se aliar a uma profissão pouco conhecida no país: agente literária.
Com esse computador, Marisa Moura deu início a um trabalho, sonhado desde que começou a fazer mestrado em marketing cultural, há três anos. Teve a idéia de usar um Mac para digitalizar livros de agenciados e levá-los a editoras interessadas em publicá-los.