Henrique Schneider lê contos da Vida Breve em Curitiba

O gaúcho Henrique Schneider já virou uma espécie de “escritor itinerante”. Desde 2007, circula por cidades do Brasil e do exterior lendo e interpretando ao vivo os contos que escreve há mais de sete anos no jornal ABC Domingo, que circula no Vale do Sinos e Região Metropolitana. Sábado, 31 de julho, o destino é a capital do Paraná.





A mesa farta

Palestra Mary del Priore
CPFL
Publicado em: 26/12/2008

Milênios de fome fizeram o homem valorizar o alimento. Mas hoje, em boa parte do mundo, o problema transformou-se no seu contrário. Como conviver com a abundância? Como lidar com o excesso de comida? Mary Del Priore nos leva para um passeio pela história da alimentação. Da Idade Média, onde comer demais era pecado, à fartura dos tempos modernos, em que gastronomia, dietas, excesso de peso são parte do nosso dia-a-dia.

Mary Del Priore: foi professora de História do Brasil na USP e na PUC/Rio de Janeiro. Autora de dezoito livros, recebeu duas vezes o Prêmio Casa Grande & Senzala, da Fundação Joaquim Nabuco e um Prêmio Jabuti.





Vamos enterrar o rock

por Luís Antônio Giron

Na cultura pop, mais vale um cadáver jovem que um velho vivo… sobretudo se o jovem deixou um legado brilhante no auge da fama. O ancião que remoi o passado é um ser desprezível que espera a morte. Aplicar tal axioma ao rock é um exercício tentador. É só soltar o demônio da analogia e fazê-lo relacionar mortos e vivos célebres do gênero. Por exemplo, John Lennon e Paul McCartney. John foi morto aos 40 anos e o temos como gênio, ao passo que Paul vai completar em breve 68 anos e nos cansamos dele, tanto tempo está conosco, exigindo atenção com suas canções repetitivas. No Brasil, quem quer ainda ouvir Roberto Frejat? Apesar dos esforços, o roqueiro passou à história como o parceiro de Cazuza, que morreu em 1990 aos 32 anos, no ápice da rebeldia. Cazuza é o gênio das letras. O cinqüentão Frejat, o sobrevivente chato.

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Claudia Matarazzo – Perfil

Claudia Matarazzo – Perfil
Meu Estilo
Veja 25/11/2009

Jornalista de formação e consultora de etiqueta por vocação, Claudia Matarazzo é referência nos assuntos ligados a comportamento e boas maneiras. Aos 50 anos, dedica-se também a garantir que os eventos do governador José Serra sejam impecáveis — desde 2006, ela é chefe do cerimonial do Palácio dos Bandeirantes.

Para você, o que significa a sigla AAA?
Coisas que você almeja, alcança e agradece.

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Brincar na infância

por Dora Lorch

Quando vemos crianças brincando, achamos tão natural… Mas não é bem assim, primeiro porque no mundo todo tem muita criança arcando com problemas de gente grande, depois porque o direito a brincadeira é recente, nem sempre as crianças foram tratadas diferentemente dos adultos.

Foram preciso muitos séculos para as pessoas perceberem que as crianças tinham características próprias, e que precisavam de atenção diferenciada do adulto.

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Qual a importância da História?

Diretrizes
Educar – 13/03/2009 17:05
Texto de Juliana Bernardino

Entrevista Mary Del Priore
A historiadora brasileira fala sobre a importância de os pais participarem da Educação de seus filhos e valorizarem mais o professor e a escola

Mary Del Priore é renomada historiadora e escritora brasileira. Seus livros, que somam mais de 20 títulos, já receberam importantes prêmios da literatura nacional, como o Jabuti, por “História da Vida Privada” e “História das Mulheres no Brasil”, sendo que este último também recebeu o prêmio Casa Grande e Senzala, assim como outra produção de Mary, “História das Crianças no Brasil”. “O Príncipe Maldito”, uma de suas mais recentes publicações, foi considerado em 2007 o melhor livro de não ficção pela Associação de Críticos de Arte de São Paulo.

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Cão virou gente

por Luís Antônio Giron

Tanto o empresário Eike Batista como o presidente Lula já disseram que os brasileiros precisam esquecer que um dia foram vira-latas. No entanto, tenho percebido o contrário, e não só com os brasileiros. Os cães estão se humanizando, à medida que nós, brasileiros e humanos em geral, vamos nos acachorrando.

Não vou entrar na discussão política levantada por Eike e Lula. Limito-me ao aspecto cultural. Cães, gatos e até hamsters estão se sentindo verdadeiros cidadãos do Canadá, ao menos na cidade de São Paulo. Não vejo mais cachorros vira-latas andando pelas ruas, nem latindo nos portões. Acho que aconteceu uma limpeza racial no âmbito canino. O centro de zoonose (nome atual e cientificamente correto para a velha carrocinha) já deve ter eliminado todos os vira-latas.

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