Superdicas etiqueta e moda Claudia Matarazzo

Etiqueta
Neste livro, Claudia Matarazzo dá dicas visando responder a dúvidas de comportamento corriqueiras, como o que fazer com o caroço da azeitona, quantos beijos dar na hora do cumprimento, quem apresentar primeiro, como comer com a mão, o que não perguntar, quem convidar para uma festa, a maneira de se portar em um almoço de negócios, com o que presentear, que talher é apropriado para que prato, dentre outras questões que podem causar embaraço a qualquer pessoa.

Moda e Beleza
Com o intuito de ajudar homens e mulheres a interpretar tendências, ter estilo e entender o próprio biotipo, tirando proveito dele na hora de se vestir, a autora elaborou estas 60 dicas sobre moda e beleza. Claudia Matarazzo explica como ficar elegante com o básico, ensina também a fazer combinações, usar acessórios, planejar as compras para mudar o guarda-roupas, a compor uma mala de viagem, entre outras coisas.





Saiba como educar seu cachorro

Veja São Paulo
Por Maria Paola de Salvo e Giovana | 02/04/2008

Diante de uma população de 1,9 milhão de cachorros domésticos (calcula-se que haja mais 2,6 milhões nas ruas, sem dono), não é exagero dizer que eles praticamente tomaram conta da cidade. Labradores, poodles, pit bulls e simples vira-latas estão em toda parte: parques, praças, shoppings, elevadores de condomínio e até restaurantes. A proporção é de um cão com dono para cada seis habitantes. Todos os números relacionados a eles são grandiosos. As 6?000 pet shops paulistanas faturam 720 milhões de reais por ano, e só em 2007 a cachorrada consumiu 255 000 toneladas de ração. Dentro desse universo que não pára de crescer, respeitar as regras da civilidade é fundamental para que a convivência dos bichos com os humanos não seja desastrosa. Veja São Paulo ouviu doze especialistas em comportamento animal e consultoras de etiqueta para listar os dez mandamentos do dono educado. São dicas de como você deve se comportar para que seu cão se comporte

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Caçadores de almas: biógrafos, biografias e história

Mary del Priore participa da conferência Caçadores de almas: biógrafos, biografias e história, na Acadêmia Brasileira de Letras, Hoje , às 17h30.





Elisa, Mércia e outras mulheres descartáveis?

por Dora Lorch

Tenho recebido telefonemas de mães que estão abismadas com o comportamento do goleiro Bruno, sem saber como consolar seus filhos que tinham nele um ídolo. Sem dúvidas que uma pessoa de vida pública que esta envolvida em escândalos causa mesmo comoção geral. Ainda mais porque todo mundo acha que ser jovem, ter sucesso profissional, dinheiro, e fama são suficientes para se ter felicidade. E até que podem ter razão, mas tudo isso não dá IMUNIDADE contra os fatos da vida, nem em relação à lei. Então aí está um bom momento para se discutir ética e moral.

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Brinquedos agressivos

por Dora Lorch

Muitas vezes os pais e educadores querem saber se é aconselhável comprar brinquedos considerados agressivos como revólveres de brinquedo e coisas do tipo, por isso quero analisar esta questão com cuidado.

Primeiro é bom lembrar que todas as crianças apresentam sentimentos e comportamentos agressivos, que são inerentes ao ser humano e se prestam à preservação da espécie. Podemos citar aqui para quem se interessar o livro Agressão de Konrad Lorenz que era biólogo e estudou a importância da agressão para várias espécies e mostra que a agressividade está presente em ações tão sublimes como amar. Explicando melhor, sem uma certa dose de agressividade o ato sexual não seria consumado. Sem agressividade não enfrentaríamos os problemas do cotidiano, não lutaríamos pela vida.

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Corpo a corpo com a mulher

Época On Line

Entrevista com a historiadora Mary Del Priore
Mary Del Priore – historiadora e autora de Corpo a Corpo com a Mulher: Pequena História da Transformação do Corpo Feminino

ÉPOCA – Por que a beleza é tão importante em nossa cultura?

Mary Del Priore – Vivemos numa sociedade de imagens, que corporificam mulheres magras, jovens e sem rugas, modelo atrás do qual todas correm. Mas é um tipo de beleza que não tem a ver com nossa cultura. A mistura de raças que há no Brasil resulta numa mulher curvilínea. Aquilo que chamamos de morenidade da mulher brasileira desapareceu para da espaços às figuras esguias, loiras e de seios grandes, enquanto a brasileira é mais baixa, tem seios pequenos. Isso é grave, pois temos um país com minorias negras muito grandes. Esse modelo perverso deixa a auto-estima de muitas meninas e mulheres fragilizada. Estamos sacrificando nossa identidade física.

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