A revolução sexual como dever de casa

Chegará o dia em que nossos netos estudarão o século XX como um período já longínquo. Quando isso ocorrer, não será estranho que nos exercícios “para casa” constem perguntas a respeito da “revolução sexual”. É bom nos precavermos. Um primeiro passo é compreender a cronologia da mudança. A revolução sexual lutou contra uma sociedade em que várias instituições (família, igreja, escola etc) proibiam algo que parece óbvio hoje em dia: o direito em relação ao próprio corpo. A década de 1960 é considerada como marco nesta luta. Uma característica interessante desse período é que ele foi precedido por vinte anos nos quais o sexo deixou de ser associado à morte. Tal associação foi comum até os anos 1940, pois desde o século XVI a sífilis era considerada uma doença sexual incurável e mortal. A invenção e generalização da penicilina tornaram possível a cura deste mal. Os anos 60 também em muito antecederam ao surgimento de uma nova e devastadora doença sexualmente transmissível: a AIDS, identificada somente em 1980. Como se vê, nos últimos quinhentos anos, a década da revolução sexual foi uma época incomum.  Para saber mais, clique aqui

 




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