Alcione Giacomitti

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O autor trás de sua infância o interesse por temas ligados a espiritualidade. Aos quinze anos já organizava eventos e ministrava palestras nessas áreas. Isso o permitiu conhecer lideranças dessas áreas no mundo todo e circular entre diferentes tradições e culturas. É pesquisador e profundo conhecedor das culturas indígenas dos Andes, em especial os incas. Conduz grupos de pessoas a viagens de conhecimento e introspecção por lugares como Machu Picchu, lago Titikaka, a Cordilheira dos Andes, o deserto de Nasca, as ruínas de Tiawanaku, entre outros. São mais de 12 mil horas de incursões a essas regiões. Consultor do Fórum Mundial Espírito e Ciência da LBV é conferencista com inúmeras apresentações nas áreas da ciência e espiritualidade. Produziu e apresentou diversas séries e reportagens especiais para os principais veículos de comunicação do Brasil, sempre em suas áreas. Seus estudos e pesquisas também foram destaques nesses mesmos veículos. Ativista pelos direitos indígenas e pela preservação das florestas é amigo e parceiro em projetos do grande chefe e líder indígena Cacique Raoni, no Xingu. O autor reside atualmente em Curitiba dividindo seu tempo entre a casa na cidade e sua casa no campo – uma chácara próximo a capital paranaense: “Viver muito tempo em grandes centros urbanos nos deixa loucos, preciso estar envolto a natureza. Aprendi com os índios que o tempo corrido do homem da cidade causa câncer. O deles liberta a alma” – comenta sempre. É casado com Marilda de Fátima Covalski e possui dois filhos, Nicole e Gabriel.

 

Perfil

O personagem que eu não esqueci: Urso Zé colméia; vivia feliz e tranqüilo na floresta.
O livro que ainda não li: “A Marcha Para o Oeste” – A Epopéia da Expedição Roncador – Xingu, de Orlando e Claudio Vilas Boas, 1994 (sobre o desbravamento do Brasil Central).
O livro que sempre releio: Shambhala – A Misteriosa Civilização Tibetana, de Andrew Thomas, Paris 1976.
O autor que eu queria ser: Aquele que aos poucos, entre erros e acertos, estou conseguindo ser.
Leio poesia para perceber a beleza no outro.
Leio prosa para fazer parte do movimento do mundo, não perder o “trem da história”…
Leio biografia para quando alguém me inspira a aprender algumas coisas com ele.
Leio ensaio para estar atendo as novas idéias e permitir que o inesperado e o novo se manifestem em mim.
O começo de livro que mais gosto é:
“E no princípio Deus criou os céus e a terra”. Bíblia Sagrada, versão de Jerusalém.
O final de livro que mais gosto é:
“Paz na Terra, boa vontade entre os homens” – do livro “Enterrem Meu Coração na Curva do Rio” de Dee Brow, 1970 (que conta a dramática história dos índios norte-americanos).
O filme que não esqueci: Hozironte Perdido, de 1973 (sobre um paraíso perdido na terra); Aguire a Cólera dos Deuses, de 1972 (sobre a busca pelo Eldorado) e O Último dos Moicanos,  de 1991 (sobre o conturbado período colonial americano em meio aos povos indígenas).
Faço sempre e com prazer estar no campo com minha esposa e filhos. Colocar a mão na terra, andar descanso pela mata, me afastar do mundo que cada vez mais aproxima o homem de tecnologias sofisticadas, mas os distancia de si mesmo e dos demais seres humanos.
Gosto de ouvir “o silêncio”, porque ele me diz mais que todo o resto…

A minha epígrafe de hoje: “O conhecimento dos homens me trouxe até aqui. O de Deus irá me libertar”.
Meu hobby é trabalhar de pijama em casa para não levar as coisas tão a sério, mesmo quando elas as são.
Um nome que mudou a história: O grande chefe inca Pachacútec Yupanqui (significa o transformador do mundo) por ter edificado um dos maiores impérios da terra e de grande sabedoria e justiça.
Se eu pudesse adotar um país o “Jardim do Éden”.
Que pena que eu não escrevi isto: “O que mais me preocupa não é o grito dos maus. É o silêncio dos bons.” Martin Luther King.
Se eu fosse um bicho eu seria: Um vagalume, para passar a vida bailando pelos ares em noites mágicas de lua cheia, pela encosta da montanha de Machu Picchu. O perfume das flores de primavera e o pôr-do-sol na ultima montanha.
Três coisas que não posso viver sem minha família, minha fé e minha busca.
Três coisas que odeio: acordar cedo, passear no shopping e assistir novelas.
O que ficou da minha infância? As tardes mágicas de fim de tarde; o vazio da inocência.

O futuro ainda quer de mim: aquilo que eu desejar dele.

Quando falam de mim dizem coisas que não saberia descrever…

Qual pecado gosto de cometer? Comer muita massa, não trabalhar em dia útil e acordar tarde.
Não posso dormir sem agradecer a Deus pelo dia e o dom da vida.
Não escrevo sobre coisas bobas e tolas, que fazem dos homens seres bobos e tolos.
Só escrevo se acreditar que a mensagem pode conspirar para ajudar a melhorar o mundo e as pessoas.
Me dá prazer comer quando eu mesmo preparo aquele jantar especial como; moqueca de peixe bem temperada servida com arroz branco, muita salada de agrião em azeite de oliva, postas fritas de tilápia  e camarões frescos ao molho de tomates bem vermelhos. Servido com vinho branco gelado, logicamente. Ai que fome!
Me dá prazer beber água no deserto. Vocês não têm idéia…
Não desisto de acreditar que algum dia a humanidade deixará sua infância rebelde.
Com o tempo aprendi que ciência e religião são como o sol e a lua; cada uma ilumina parte de nossas vidas. Poderia o nascer do sol muito além do horizonte ser mais mágico que a lua cheia das noites de primavera?

Obras

Os Pilares da Sabedoria de Um Novo Mundo. Editora Elevação, 2001
Noites Mágicas em Machu Picchu. Editora Elevação, 2007




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