Anita Deak

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Anita Deak é mineira, foi criada no Rio de Janeiro e mora em São Paulo desde 2006. A jornalista passou por redações da Editora Abril e do Grupo O Estado de São Paulo e foi repórter de Literatura no Jornal da Tarde. Entre os prêmios recebidos na carreira, destacam-se o Prêmio Abril de Jornalismo e o Prêmio de Jornalismo da Associação Brasileira de Educação (ambos em 2010). No mesmo ano, foi finalista do Prêmio Ayrton Senna de Jornalismo. A autora tem pós-graduação em Jornalismo Literário e participa de grupos de estudo de Literatura como o Palavraria. Seu romance de estreia, Mate-me quando quiser, foi finalista do Prêmio SESC de Literatura.

Perfil

O personagem que eu não esqueci: Tertuliano Máximo Afonso, professor que descobre um sósia em “O homem duplicado”, de José Saramago.
O livro que ainda não li: Ulysses, de James Joyce.
O livro que sempre releio: A insustentável leveza do ser, do Milan Kundera.
O autor que eu queria ser: José Saramago.
Leio poesia para me afinar com a sonoridade das palavras.
Leio prosa para entender o ser humano.
Leio biografia para descobrir que a vida do outro, quando escrita, vira ficção.
O começo de livro que mais gosto é: “Todas as famílias felizes são iguais. As infelizes o são cada uma a sua maneira”, de Anna Karenina, do Tolstoi.
O final de livro que mais gosto é: o final de “O estrangeiro”, do Albert Camus.
O filme que não esqueci: Onde vivem os monstros.
Faço sempre e com prazer: ler, viajar e escrever.
Gosto de ouvir tudo, depende do estado de espírito.
A minha epígrafe de hoje: “O mundo é tão sólido e estável quanto uma camada de espumas sob um poço de fundo de águas negras. Significa que somos apenas bonecas. Que não sabemos nada sobre o que realmente acontece. Que só nos enganamos sobre controlarmos nossas vidas porque a uma distância menor do que a espessura do papel, coisas que nos levariam à loucura, se pensássemos nelas por muito tempo, brincam conosco”, Neil Gaiman em Rose Walker.
Meu hobby é organizar saraus literários para apreciação e análise de textos.
Um nome que mudou a história: Sidarta Gautama.
Se eu pudesse adotar um país adotaria o Brasil.
Que pena que eu não escrevi isto: “Muito cedo na minha vida ficou tarde demais. Aos 18 anos já era tarde demais”, Marguerite Duras em “O amante”.
Se eu fosse um bicho eu seria um gato.
Três coisas que não posso viver sem: família, amigos e livros.
Três coisas que odeio: maldade, covardia e falta de empatia.
O que ficou da minha infância? O gosto pela leitura.
O futuro ainda quer de mim: muitos e muitos livros.
Quando falam de mim dizem que sou muito gente boa.
Qual pecado gosto de cometer? Gula.
Não posso dormir sem agradecer pelo dia.
Não escrevo sobre sexo de forma explícita. Pra cair na breguice e no clichê é um pulo.
Só escrevo se tiver algo que valha a pena contar.
Me dá prazer comer camarão. Preparado de todas as formas.
Me dá prazer beber um vinho do porto.
Não desisto de me aprimorar como ser humano.
Com o tempo aprendi que não vale a pena arrumar desculpas para não ser o que se quer.

Prêmios

Prêmio Abril de Jornalismo (2010)
Prêmio de Jornalismo da Associação Brasileira de Educação (2010).
Finalista do prêmio Sesc de Literatura (2013)

Obras

Mate-me quando quiser.  Editora Gutenberg, 2014




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