Curiosidades sobre a Imperatriz D. Leopoldina

 Voce sabia que a Imperatriz D. Leopoldina sofria com o isolamento?

Dizem que “crescia o mal-estar em torno dela por ser estrangeira. Estrangeira ou quase exilada. Os hábitos de Leopoldina aumentavam a distância entre ela e seus súditos. Ela comia com talheres; eles, com as mãos. Ela gostava de ler, eles desconheciam o prazer da leitura. Ela sentava-se em cadeiras, mas as damas, de acordo com o costume oriental, com as pernas cruzadas no chão. Ela era feia, enquanto eles a queriam bonita. Ela não queria ter a mão beijada e eles queriam beijar-lhe a mão: nos mínimos detalhes os hábitos do país são um tanto esquisitos”.

Para  saber mais? Clique aqui. Boa leitura!

Trecho extraído do livro: “A Carne e o Sangue”

Autora: Mary Del Priore

Editora: Rocco

ISBN: 978-85-325-2752-3

Ano: 2012




Curiosidades sobre a vida na corte

Você sabia  que “Ir muito inglês” ou ser “jarreta” eram expressões recentes que denominavam um modo importado de vestir-se? Os cariocas se adaptavam a um novo mercado de consumo e a produtos que modificam suas formas de agir, de apresentar-se e de falar. Nas chamadas casas de pasto e cafés, o movimento também era intenso: empregados circulavam servindo limonadas, vinho verde português, misturado com água e cervejas suecas, tipo porter, que afogavam docemente o habito do consumo de licor de caju e cachaça. Também na rua do Ouvidor, reuniam-se advogados e meirinhos para tratar de seus negócios ou de como esvaziar o bolso de seus clientes. Apresentavam-se vestidos com velhas casacas pretas, fivelas enormes nos sapatos, perucas empoadas e chapéus sebentos, numa prova de a moda européia não aburguesava a todos da mesma maneira.” Continue lendo…




Prateleiras Divertidas

por Ana Lou para Página da Cultura

Já falei aqui no blog da Página sobre prateleiras: que são nossas verdadeiras aliadas quando o assunto é a organização dos nossos livros.

Porém, nem sempre elas precisam ser óbvias e seguir aquele padrão tradicional.  Fazendo uma pesquisa na internet encontrei diversos modelos divertidos e selecionei para vocês duas prateleiras que dão um toque de humor na decoração da casa mesmo que abriguem livros muito sérios!

Vamos lá?

 

Com a criação do designer Samulnoli, por exemplo, seus livros sempre estarão em excelente companhia…

… já com a Disaster, do designer Victor Barish, todos seus amigos ficaram intrigados. Afinal, será que os livros a noite seguirão para um outro portal?

Espero que tenham gostado e se animem para rever os seus conceitos quando o assunto são prateleiras!

Imagens: Reproduções!




E os egípcios descobriram o Brasil

Ao leitor de hoje é difícil imaginar um intelectual de prestígio nacional defendendo seriamente, e fundamentado em investigações supostamente científicas, a idéia de que certos povos indígenas brasileiros se originaram de populações que emigraram do Mediterrâneo da época dos faraós… Pois bem, Francisco Adolfo de Varnhagen (1816-78), considerado o historiador mais importante do Brasil Império, fez isso. Em 1876, ele publica em francês o livro L’origine toranienne des américains tupis-caraïbes et des anciens égyptiens, divulgando os resultados de vários anos de pesquisa, muito provavelmente na esperança de influenciar o debate brasileiro e internacional a respeito da origem dos povos americanos.

O texto em questão não era fruto de uma aventura intelectual de um iniciante, mas sim o resultado de anos de reflexão. Varnhagen procura mostrar, através de informações arqueológicas e filológicas, que as populações indígenas brasileiras tiveram origem em dois processos migratórios: os grupos macro-gê (ou tapuias) originaram-se do deslocamento de asiáticos, principalmente mongóis; enquanto os grupos tupi resultaram de migrações de Cários, povos de origem asiática que haviam habitado o Egito.

O célebre historiador se posicionava criticamente frente ao debate romântico-indianista, que procurava no passado nativo as raízes da nacionalidade brasileira. Segundo Arno Wehling, interprete atual de Varnhagen, tal posicionamento significou um aprofundamento das críticas a esta vertente intelectual, pois revelava que os índios não eram autóctones, mas sim invasores, não sendo, pois, representantes de uma “nacionalidade brasileira” pré-colonial. Para saber mais, clique aqui!




Aprendizagem de outros idiomas X Idade

por Ana Lou para Página da Cultura

Quando o assunto é aprender um outro idioma, não há dúvida: quanto mais cedo melhor! Mas, qual o melhor momento para dar início ao processo de aprendizagem?

Leia o texto abaixo, treine seu espanhol surpreenda-se com as afirmações dos pesquisadores:

Con cuatro meses de edad, los bebés  distinguen idiomas

Noticias de Gipuzcoa

El habla es una de las facetas más asombrosas e importantes que el ser humano puede llegar a desarrollar. Y esta es una habilidad que se comienza a desarrollar prácticamente desde los primeros días de vida de una persona.
Partiendo de esta afirmación, un grupo de investigadores del Basque Center on Cognition, Brain and Language (BCBL) de San Sebastián ha demostrado que a partir de los cuatro meses de edad los bebés comienzan a diferenciar los idiomas en los que se les habla. La doctora Monika Molnar, una de las principales investigadoras de este estudio, destaca que “los bebés distinguen cuando se les habla en castellano o en euskera a una edad muy prematura, lo cual indica que la educación bilingüe se puede comenzar desde los primeros días”.

El primer año de vida es crucial en el desarrollo del lenguaje de los niños, que comienzan a hablar con significado y sentido a partir de los 18 meses. Se trata de un periodo muy importante y complejo en el que los bebés desarrollan diferentes mecanismos y facultades para omitir sonidos.

El BCBL es un importante centro de investigación, ubicado en Miramon, que se ha erigido como referente internacional en el área de las neurociencias cognitivas. Hoy en día, desarrolla una línea de proyectos con bebés, jóvenes, adultos y mayores en la investigación de los mecanismos cerebrales que participan en el lenguaje y posibles trastornos derivados de él, con un énfasis especial en el bilingüismo y el multilingüismo.

El estudio de la percepción del lenguaje es un proceso tan básico como complicado. Los bebés implicados en este estudio tienen entre tres y doce meses de edad y han sido voluntariamente ofrecidos por sus padres, quienes también participan en la investigación. “Sentamos a los bebés en el regazo de sus padres para que se sientan seguros y procedemos al estudio”, justifica Molnar. El proceso consiste en la transmisión de estímulos visuales y sonoros durante un máximo de diez minutos, puesto que los bebés son incapaces de concentrarse durante más tiempo. leia mais »




O que você costuma fazer antes de dormir?

O que você costuma fazer antes de dormir?

por Ana Lou para Página da Cultura

Todos nós temos hábitos que de uma forma ou outra definem nossa personalidade. Perguntamos a escritora e nossa colaboradora Mary Del Priore qual hábito ela tem antes de dormir. Leia abaixo a resposta! leia mais »




O trem atropelou o camelo

Antecipar o futuro é algo impossível. A história revela isso quando analisamos a ideia de futuro de cada época. No século XIX, por exemplo, antes da invenção do trem discutia-se como seria feito o transporte em massa das mercadorias do nascente capitalismo. Uma proposta que encontrou muitos adeptos foi a de utilizar dromedários, também conhecidos como camelos árabes, nesse transporte. Diversos países fizeram experiências de aclimatação do bicho, como USA, Espanha e Itália, Peru, Jamaica, Bolívia e Cuba. No Brasil, coube ao Ceará a importação da espécie, que se destaca pela força física, sendo capaz de carregar entre 150 e 300 kg. Em 1859, chegaram a Fortaleza 14 animais. Os bichos quase todos morreram ou mesmo acabaram sendo vendidos a circos. A implantação de ferrovia desestimulou novas importações. Em termos de meio de transporte de mercadorias, o trem atropelou o camelo. Para saber mais, clique aqui

 




 

Nossos autores

Arquivo