Uma história das mulheres no Brasil – Mary del Priore

Capa Mary“Namoros com homens mais jovens. A paixão por usar botinhas de salto. Corpo trabalhado artificialmente para projetar seios e nádegas e assim ficar voluptuoso. O uso de cremes com ingredientes naturais para clarear a pele. Sim, a vida de algumas sinhás do século XVIII lembra a de uma mulher do século XXI… mas só na aparência. Foram necessários mais de 200 anos para que as mulheres conquistassem direitos que permitem a livre expressão e o exercício da cidadania: votar, usar anticoncepcionais, divorciar-se, ir à praia de biquíni, ocupar cargo de alto escalão em empresas multinacionais e muitas outras coisas.” Uma das mais renomadas historiadoras brasileiras, autora de mais de 35 livros, Mary del Priore aborda, nesse ciclo de quatro aulas abertas, as lutas femininas nos últimos séculos no país, do período da colonização portuguesa aos dias atuais. Ela mostra as transformações e conquistas obtidas em diversos campos, como o casamento, a maternidade, a família, o envelhecimento, o corpo, a sexualidade, o trabalho e as funções na sociedade. A alteração do papel da mulher dentro das famílias, a mudança nos padrões de beleza e de corpo e a submissão (ou não) a esses modelos. Como eram as mulheres brasileiras nos séculos passados e como elas são hoje. O que mudou em comportamentos e desejos. E o que ainda guarda traços de hábitos, tradições e modelos antigos.
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A Princesa Isabel e o Conde d’Eu – Mary del Priore

Amor e tensão no castelo de papel com Mary Del Priore

Casa do Saber unidade Jardins/Mario Ferraz

O encontro trata da biografia da princesa Isabel, e de seu marido, o conde d’Eu, neto do último rei da França. Por meio da história dos dois, revela-se a atmosfera de um mundo em transição: o século que se seguiu à Revolução Francesa foi marcado por seguidos choques entre o crescente espírito laico e republicano e as antigas estruturas aristocráticas do Antigo Regime. Na Europa, monarquias entraram em crise enquanto a industrialização criava um proletariado cada vez mais ativo. A nobreza defendia seus direitos em alianças dinásticas. Enquanto isso, no Brasil, o Império alardeava a imagem de um regime imune aos novos ventos, acolhendo nobres europeus como o conde d’Eu.




Histórias íntimas — Da Belle Époque à era do rádio e da TV: sexualidade e consumo

Palestra ministrada por Mary Del Priore
Casa do Saber — 22/06 às 19:30h

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Recentemente, um novo olhar sobre a sociedade brasileira através dos tempos começou a surgir. O que faziam as personagens históricas quando voltavam para casa? Como eram a intimidade, as concepções sobre o corpo, a educação das pulsões e desejos, o modo de pensar a beleza e a feiura? Tudo pode ser discutido a partir de fatos não relatados nos livros tradicionais.

“Da Belle Époque à era do rádio e da TV” é a última das quatro palestras do curso “Histórias íntimas”, da historiadora Mary Del Priore, agendado para os dias 23 e 30 de setembro e 7 e 14 de outubro na Casa do Saber.




13 jun 2010
Curso 2 comentários

Histórias íntimas — Ascensão da burguesia e intimidade: tecnologia e tradição

Palestra ministrada por Mary Del Priore
Casa do Saber — 15/06 às 19:30h

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Recentemente, um novo olhar sobre a sociedade brasileira através dos tempos começou a surgir. O que faziam as personagens históricas quando voltavam para casa? Como eram a intimidade, as concepções sobre o corpo, a educação das pulsões e desejos, o modo de pensar a beleza e a feiura? Tudo pode ser discutido a partir de fatos não relatados nos livros tradicionais.

“Ascenção da burguesia e intimidade” é a terceira das quatro palestras do curso “Histórias íntimas”, da historiadora Mary Del Priore, agendado para os dias 23 e 30 de setembro e 7 e 14 de outubro na Casa do Saber.




Histórias íntimas — Mudanças do século 19: saúde e doença, beleza e feiura

Palestra ministrada por Mary Del Priore
Casa do Saber — 08/06 às 19:30h

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Recentemente, um novo olhar sobre a sociedade brasileira através dos tempos começou a surgir. O que faziam as personagens históricas quando voltavam para casa? Como eram a intimidade, as concepções sobre o corpo, a educação das pulsões e desejos, o modo de pensar a beleza e a feiura? Tudo pode ser discutido a partir de fatos não relatados nos livros tradicionais.

“Mudanças do século 19” é a segunda das quatro palestras do curso “Histórias íntimas”, da historiadora Mary Del Priore, agendado para os dias 23 e 30 de setembro e 7 e 14 de outubro na Casa do Saber.




Histórias íntimas — Da Colônia ao Império: o corpo, a Igreja e o pecado

Palestra ministrada por Mary Del Priore
Casa do Saber — 01/06 às 19:30h

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Recentemente, um novo olhar sobre a sociedade brasileira através dos tempos começou a surgir. O que faziam as personagens históricas quando voltavam para casa? Como eram a intimidade, as concepções sobre o corpo, a educação das pulsões e desejos, o modo de pensar a beleza e a feiura? Tudo pode ser discutido a partir de fatos não relatados nos livros tradicionais.

“Da Colônia ao Império” é a primeira das quatro palestras do curso “Histórias íntimas”, da historiadora Mary Del Priore, que acontece nos dias 23 e 30 de setembro e 7 e 14 de outubro na Casa do Saber.

Imagem: Missa de Nossa Senhora da Candelaria em Pernambuco, Johann Moritz Rugendas (1802-1858).




Histórias Íntimas: Privacidade na História do Brasil

Curso ministrado por Mary Del Priore
Casa do Saber 01/06, 08/06, 15/06 e 22/06

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Muitas histórias foram escritas sobre a economia e a política do Brasil. Mas só recentemente uma visão inteiramente nova da sociedade começou a surgir. Trata-se da intimidade, das concepções sobre o corpo, da educação das pulsões e desejos, das maneiras de pensar a beleza e a feiura. O curso apresenta e discute o Brasil a partir de fatos não relatados nos livros tradicionais.




Oficina Literária com Henrique Schneirder

Aula inaugural da Oficina Literária da APCEF/RS com o escritor Henrique Schneider

O quê: Início da Oficina Literária com o escritor Henrique Schneider

Quando:O projeto acontecerá ao longo de três meses, a partir de 7 de abril, durante o ano de 2010. A proposta é que os encontros ocorram todas as quartas-feiras. O gênero específico a ser trabalhado é o “conto”.

Horário: Encontros semanais sempre das 19h às 22h.

Local: Os encontros semanais serão na sede do Sindicato dos Bancários de Novo Hamburgo e Região (Rua João Antônio da Silveira, 885)

Inscrições e maiores informações: Com o setor cultural através do endereço eletrônico cultural@apcefrs.org.br ou pelo telefone (51) 3268-1611.

Investimento: Para os associados e seus dependentes da APCEF/RS e do Sindicato dos Bancários de Novo Hamburgo e Região, os valores serão 3 X R$70,00 no cheque pré-datado e para a comunidade em geral o valor será de 3 X R$90,00 no cheque pré-datado.

*O primeiro encontro experimental é gratuito e aberto a todos interessados.




Amor, amores: conquistas e armadilhas

Amor, amores: conquistas e armadilhas no século XX

Mary Del Priore
Casa do Saber Rio de Janeiro

Em toda a história do amor, o casamento e a sexualidade estiveram sob controle; controle da Igreja, da família, da comunidade. Só o sentimento, apesar de todos os constrangimentos, continuava livre. Podia-se obrigar um indivíduo a viver com alguém, a deitar com alguém, mas não a amar alguém. As coisas mudaram. Hoje, a grande ausência de desejo é que é a culpada. O casamento não é mais obrigatório e escapa às estratégias religiosas ou familiares; o divórcio não é mais vergonhoso e os cônjuges têm o mesmo tratamento perante a lei. A realização pessoal se coloca acima de tudo: recusamos a frustração e a culpabilização. Mas tudo isto são conquistas ou armadilhas? Os historiadores de amanhã dirão.

Início: 03 MAR
Duração: 4 encontros
Dias/horários: Quartas-Feiras, às 20h (03/03, 10/03, 17/03, 24/03)
Valor: R$ 160,00 na inscrição + 1 parcela de R$ 200,00
Tel.: (21) 2227-2237 222-SABER
Horário de funcionamento: segunda a sexta: 11h às 20h
E-mail: inforio@casadosaber.com.br




Meteorologia das práticas amorosas

Meteorologia das práticas amorosas no século XIX

Mary Del Priore
Casa do Saber Rio de Janeiro

Os casamentos arranjados se tornavam uma rede de acumulação e solidariedade, sem espaço para os sentimentos. Entre as elites era considerado um meio favorável para um bom regime sexual, e os médicos o sacralizavam como regulador de energias contra o apelo dos bordéis, que se multiplicavam. Sua força normativa resultaria na dupla rejeição: do homossexual e da celibatária. Mas a chegada do “amor romântico” começa a mudar tudo…

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