Entrevista com a escritora Liliane Prata
por Ana Lou para Página da Cultura
Escrever o primeiro livro deve ser maravilhoso, mas conseguir escrever o quarto e solidificar sua carreira como escritora deve ser excelente. Por isso, entrevistamos a escritoria e nossa colaboradora Liliane Prata. Leia a entrevista abaixo:
Página da Cultura: Nesta quinta -feira às 19h na Livraria Cultura do Shopping Villa Lobos acontecerá o lançamento do seu novo livro À Revelia. O que o leitor pode esperar dele?
Liliane Prata: Hum, difícil responder isso! Não é fácil dizer o que acho que podem esperar do meu novo livro. Mas vou tentar: podem esperar uma história sobre relacionamentos, cujo maior mérito talvez esteja na construção dos personagens, interessantes, contraditórios… humanos. Procurei deixar os fatos correrem à maneira deles, sem me meter muito. As morais são complicadas, as maneiras de se resolver um impasse são infinitas e as reflexões, ininterruptas: procurei deixar isso à solta, digamos assim, em todo o romance.
PC: Os seus primeiros livros apresentavam conflitos juvenis. Como foi essa transposição de conflitos para o Universo adulto?
LP: Gosto muito de escrever romances juvenis, tanto que tenho um novo, inédito. Mas é inegável que trabalhar conflitos adultos é mais interessante para mim, porque são conflitos que fazem parte do meu universo, das minhas histórias, das histórias de amigos. Escrever para adolescente exige que eu volte, de certa forma, ao meu passado, enquanto escrever para os adultos permite que eu continue vivendo meu presente.
PC: Os personagens são ficcionais ou baseados em acontecimento real?
LP: São ficcionais e reais: ficcionais porque são histórias que não aconteceram na minha vida, reais porque muito dos personagens é baseado nas minhas sombras, nas sombras de pessoas que conheço, em textos que li, em influências que recebi. Reais também porque não aconteceram, mas poderiam ter acontecido, e de fato acontecem com pessoas que não conheço, o tempo todo.
PC: Você pretende fazer lançamentos em outros estados?
LP: Se receber convites de livrarias de outros estados, sim, claro, mas por enquanto não há nada definido.
PC: Última pergunta: que dica você daria para um jovem escritor?
LP: Sem dúvida, escrever. E ler. Muito!
Esperamos que você tenha apreciado a entrevista e prestigie a autora hoje em seu lançamento. O convite está logo abaixo. Até la!
Gazeta do Povo
Publicado em 18/10/2009
Adriana Czelusniak
Entrevista com Claudia Matarazzo, escritora
Pessoas com deficiências não dependem apenas de rampas de acesso e carros especiais. Elas precisam ser vistas para que seus direitos sejam respeitados e para que se sintam – e sejam de fato – incluídas na sociedade. Na tentativa de torná-las menos “invisíveis”, a jornalista Claudia Matarazzo lançou recentemente o livro Vai Encarar? A nação (quase) invisível das pessoas com deficiência. Ela falou ao Viver Bem sobre as críticas que recebeu ao escolher o tema, as lições de vida e as orientações que deveriam ser seguidas por todos nós.
Receber príncipe exigiu ajuste de protocolo, diz Cláudia Matarazzo
por GABRIELA MANZINI
da Folha Online
2/06/2008 – 07h00
Receber uma autoridade de outro país é sempre um desafio. Imagine quando o desafio vem acompanhado do fato de a autoridade ser o príncipe herdeiro do trono do Japão, monarquia hereditária mais antiga do mundo. Esta é a tarefa que tem ocupado os dias da consultora de etiqueta Cláudia Matarazzo, nos últimos meses.
Isto É Gente
01 de novembro de 1999
Jornalista, apresentadora de tevê e autora de manuais de etiqueta, Claudia Matarazzo ensina em sua nova obra como se comportar no mundo virtual
Dos 8 aos 18 anos, Claudia Matarazzo participou de almoços na casa de seu tio-avô e padrinho, Ciccillo Matarazzo. Nessas horas, o empresário resolvia negócios e gostava da companhia da afilhada, além de artistas, políticos e industriais, no apartamento da avenida Paulista, em São Paulo. Fundador da Bienal, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, da Companhia Cinematográfica Vera Cruz e do Teatro Brasileiro de Comédia, Ciccillo foi um reconhecido mecenas. O Museu de Arte Contemporânea da USP tem 1.500 obras doadas por ele. Quando morreu, aos 87 anos, Claudia tinha 18. Hoje, aos 40, ela lembra do espírito visionário do tio em seu novo livro, Net.com.classe, que a editora Melhoramentos lançará em novembro.
Muitas empresas instauram o casual day: na sexta-feira, os funcionários ficam liberados para se vestir mais informalmente e deixar a gravata e o salto alto no armário. No entanto, o que era para ser um alívio pode se tornar um problema. “A aparência é muito mais importante do que se imagina. Se a empresa adota o casual day, é porque durante a semana não é tão casual assim”, afirma Claudia Matarazzo, especialista em etiqueta e comportamento. “Casual não quer dizer ‘de qualquer jeito’, e até para parecer casual é preciso ter uma certa elegância”, completa. Além disso, podem surgir reuniões e visitas de clientes que não eram esperadas.
Etiqueta é poderosa ferramenta profissional
Revista Metropole
Publicada em 20/6/2010
por Claudia Matarazzo
Depois da revolução dos costumes, na década de 60, o conceito de “etiqueta” tornou-se obsoleto. Até que, na década de 80, voltou-se a pensar nisso.
É que as pessoas haviam desaprendido a conviver ao vivo: estavam muito mais acostumadas a ficar atrás de um monitor de computador e se comunicar das mais variadas maneiras que não aquela pessoal, olho no olho.
Na chefia do cerimonial do Palácio dos Bandeirantes
Da Caravana do Bolinha à chefia do cerimonial paulista
LustosaNet
Na chefia do cerimonial do Palácio dos Bandeirantes, Cláudia Matarazzo já correu o País na Caravana do Bolinha, com Sula Miranda e Zezé Di Camargo
SÃO PAULO – Famosa pelos seus livros de etiqueta, a paulistana Cláudia Matarazzo, de 48 anos, vem conseguindo o que parecia impossível. Na chefia do cerimonial do Palácio dos Bandeirantes desde o início do ano, ela ganha espaço em colunas sociais até mesmo com compromissos rotineiros do governador.
Dia-a-dia Revista
domingo, 1 de novembro de 2009
Angelica Nicoletti
Claudia Matarazzo, especialista em etiqueta, é a todo-poderosa do cerimonial do Palácio dos Bandeirantes
O sobrenome Matarazzo batiza extensa lista de personalidades do País. Do patriarca Francesco, italiano que chegou ao Brasil e aqui ergueu o maior império industrial no século passado, faz parte da interminável relação de nomes de projeção em vários cenários nacionais. Entre eles, o diretor de TV Jayme Monjardim e o senador Eduardo Suplicy. A ala feminina traz Maria Pia e, mais contemporaneamente, Claudia Matarazzo. E põe contemporaneidade nisso. O currículo dela traz tantas frentes de atuação quantas áreas de interesse dessa sagitariana urbana.
Servidoras do Judiciário são homenageadas com palestra de Cláudia Matarazzo
8/3/2010 19:38
Não é à toa que a Justiça é representada por uma deusa. Segundo a mitologia grega, a figura de mulher que representa a Justiça é a deusa Thêmis, filha de Urano (Céu) e de Gaia (Terra) e dotada de grande sapiência, além de esposa de Zeus, o deus supremo, era sua conselheira. Thêmis criava as leis, dos ritos e dos oráculos, e era a guardiã dos juramentos dos homens.
Claudia Matarazzo – Prepare a casa para os jogos
Claudia Matarazzo
Revista Metropole
Publicada em 27/6/2010
Mesmo que você não seja da turma que detesta jogos, pode ser que simplesmente não seja uma pessoa muito ligada nesse tipo de acontecimento. Pois, se quiser participar de verdade e, mesmo sem ser craque em futebol, não fazer feio ao receber amigos para assistir às partidas, é bom se atentar para alguns detalhes.
Uma vez inteirada das datas e horários dos jogos, convide todos para chegar uma hora antes. Afinal, faz parte da farra comentar, organizar bolão, preparar petiscos… E assim todos podem estar a postos para o apito inicial.
A Maturidade na visão de Claudia Matarazzo
A Maturidade na visão de Claudia Matarazzo Por Claudia Oliveira
Publicado por Viviany Bonfim em 07/6/2009
Por Claudia Oliveira
Na quinta edição do Só para Mulheres, intitulado como, Encontro Nacional da Mulher Moderna, realizado no período de 29 a 31 de agosto, no Centro de Cultura e Convenções da cidade de Goiânia, estado de Goiás, estiveram presentes mulheres de todas as idades, classes sociais e ramos profissionais para visitação da feira com exposições de variedade de produtos e serviços oferecidos ao mercado feminino.
