“O bom escritor é aquele que elabora cada obra como uma obra única”

PORTAL DA FRANPRESS

Entrevista com David Oscar Vaz
“O bom escritor é aquele que elabora cada obra como uma obra única”

Ler é, sem dúvida alguma, o caminho ideal para os que querem escrever melhor. E o Brasil tem talento de sobra. Quem afirma isso é o escritor David Oscar Vaz, que além de um excelente contista – ele foi jurado do Prêmio Jabuti 2007 nesta categoria – também é mestre em teoria literária pela Universidade de São Paulo (USP). Nesta entrevista David Oscar nos fala sobre o mercado, a educação no Brasil e deixa claro o quanto é prazeroso falar sobre literatura.

Portal Fran Press – Prof. David, como está hoje o mercado literário brasileiro?

David Oscar Vaz – De uns anos para cá a quantidade de editoras cresceu muito. O Brasil tem hoje uma grande quantidade de editoras. Hoje é muito mais fácil publicar um livro hoje do que há vinte anos atrás. Porém, as editoras, na sua maioria, têm muito medo de errar. Elas procuram acertar com as publicações e acabam investindo nos escritores que trazem certeza de sucesso. Basta um livro fazer sucesso no exterior com um assunto de conhecimento massificado que ele certamente vai ser lançado no Brasil com toda a divulgação e marketing que existe no mercado.

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Mulher e mundo doméstico – Mary del Priore

Sala de Notícias em Debate
Mulher e mundo doméstico
Tv Futura 9-3-2010

No segundo dia especialmente dedicado à Mulher, o Sala de Notícias em Debate faz foco nas mudanças que ocorreram na vida cotidiana no lar face as demandas do mundo moderno. Será analisada a relação custo benefício da emancipação feminina: entrada no mercado de trabalho, jornadas duplas e às vezes triplas, divórcio, responsabilidade sobre a família e todas as cobranças que a sociedade faz.

Convidadas: Lya Luft (escritora), Mary Del Priore (historiadora), Ana Arruda Callado (jornalista e intelectual feminista) e Cristina Lima (consultora em Recursos Humanos).

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Livros para todo tipo de mulher

O Livreiro
Postado por Douglas Duarte em 8 de março 2010

Mary Del Priore

Uma historiadora com H maiúsculo, que trata de temas obscuros do país desde a chegada dos portugueses. Mas, também, uma mulher interessada no que significa ser mulher. Entre suas obras de corte mais “clássico”, mary del Priore encaixa outras, de interesse inegavelmente feminino, como História das mulheres no Brasil, História do amor no Brasil e Matar para não morrer, que narra o sangrento triângulo amoroso entre Dona Saninha, Dilermando e o escritor Euclides da Cunha.




Quem é Cláudia Matarazzo? Descubra aqui.

Fest Noiva Ceará – 2010
de 11 a 14 de Março de 2010
Exposição de produtos e serviços para festas e casamentos

Claudia Matarazzo: jornalista, escritora, apresentadora de rádio e televisão. É autora de doze livros sobre etiqueta, casamento , comportamento, etiqueta inclusiva e realiza palestras em todo o país.

Claudia iniciou sua carreira na revista Casa Claudia, onde ganhou o Prêmio Abril de Jornalismo e escreveu colunas sobre comportamento e moda para várias revistas nacionais, como Playboy, Vogue Homem, Chiques & Famosos, e jornais como o Diário de São Paulo. Há cinco anos assina uma coluna semanal para a revista “A Tribuna de Santos”.

Em 2005 apresentou diariamente a coluna “Atitude” na Rádio Band News FM. Em televisão, apresentou durante um ano na Rede Globo, um quadro semanal sobre Etiqueta no programa “Mais Você”, além de outros programas na TV Cultura, TV Gazeta e Rede Sesc Senac de Televisão.

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A Urna de David Oscar Vaz

Notas acerca do livro de contos a URNA, de David Oscar Vaz
temas: Literanário – Ensaio
Paulo José Miranda
Março de 2006

“A CASA”

“A Casa” acaba connosco. Acaba connosco a recolhermo-nos ao cérebro e a perguntar: é verdade ou não? E, com esta pergunta, voltamos atrás no canto, atrás no texto. Talvez seja esta a mestria dos grandes contistas: a capacidade de nos fazer voltar atrás, sempre para trás. Voltar atrás, perguntar se é verdade ou não, aqui, não é do foro dos factos, nem tão pouco ontológico. Voltamos atrás e perguntamos pela veracidade estética do conto. Independentemente da sua veracidade ontológica. A factual é que não é sequer p’r’aqui chamada. Verdade factual interessa tanto ao conto como a água interessa ao vinho. Conto bom, dá à ré! Tão contrário ao romance, com a sua seta afiada em direcção ao futuro do tempo! Ainda que continuemos o romance, depois dele acabar, não voltamos atrás, pelo contrário, vamos para a frente. No fim de um romance, o que ficou para trás não causa perplexidade. No fim do conto, é o que já lemos que causa perplexidade, isto é, o que lemos e que agora se nos é revelado como “se calhar não lemos”. Este conto, de David Óscar Vaz, de apenas meia dúzia de páginas, mostra de um modo extraordinário a peculiar arte do conto. Independentemente do seu conteúdo, excelente, de resto, é na sua formalidade que encontro a razão que me faz começar por ele, nesta curta apresentação deste livro.

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Ameaça ao livro não é e-reader, mas falta de novos leitores

Ameaça ao livro não é e-reader, mas falta de novos leitores,
diz dono da Livraria Cultura

Fabio Victor
da Folha de S.Paulo | 21/02/2010 – 07h42

Numa viagem recente a Nova York, o dono da Livraria Cultura, Pedro Herz, fez um teste: ao andar de metrô pela cidade, observou quantos passageiros portavam e-readers. Em dez dias, encontrou um único leitor com o novo equipamento.

Herz diz já ter visto burburinho semelhante em outros tempos, avalia que tudo não passa de “uma nuvem” e atribui tanto barulho à sede da indústria eletrônica por escoar os novos produtos que cria em velocidade incontrolável. A ameaça real ao futuro do livro, opina, é ausência de novos leitores entre os jovens.

Apesar do ceticismo quanto à nova coqueluche do mercado, ele informa que em março a Cultura passará a vender 150 mil títulos de e-books em suas lojas.Pedro Herz, dono da Livraria Cultura; em março empresa vai disponibilizar 150 mil títulos para e-readers

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Bolsas Criar Lusofonia 2008/2009

Blogue do Centro Nacional de Cultura
Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Bolsas Criar Lusofonia 2008/2009

Hugo Miguel Coelho e David Oscar Vaz vencem Bolsas Criar Lusofonia 2008/2009

Hugo Miguel Coelho – candidato português – com o projecto “Trinta e tal no campo da morte lenta”, a desenvolver entre Cabo-Verde e Portugal e um candidato brasileiro – David Óscar Vaz – com um projecto de romance baseado na emigração portuguesa para o Brasil nos anos 50 do séc. XX, a desenvolver em Portugal, foram os bolseiros seleccionados na área de Criação/Investigação literária, edição 2008/2009 do concurso Criar Lusofonia do Centro Nacional de Cultura, com o apoio da Direcção Geral do Livro e Bibliotecas,.

Os bolseiros receberão a quantia mensal de 1 500 €. O Júri foi constituído por Leonor Xavier, José Carlos Vasconcelos e António Carlos Carvalho. Cristina Grácio representou a DGLB e Guilherme d’Oliveira Martins, o CNC.

Foram considerados concorrentes das seguintes nacionalidades: angolana, brasileira, cabo-verdiana, guineense, moçambicana, portuguesa, são-tomense e timorense. O programa Criar Lusofonia foi criado em 1995 e tem por objectivo a atribuição de bolsas no domínio da escrita para estadas em países da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, pretendendo-se criar oportunidades de contacto aprofundado com outros países lusófonos aos criadores/investigadores de língua portuguesa a fim de produzirem uma obra destinada à divulgação no espaço lusófono.




 
  

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