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		<title>Entrevista com a escritora Liliane Prata</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Nov 2011 13:05:17 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[por Ana Lou para Página da Cultura Escrever o primeiro livro deve ser maravilhoso, mas conseguir escrever o quarto e solidificar sua carreira como escritora deve ser excelente. Por isso, entrevistamos a escritoria e nossa colaboradora Liliane Prata. Leia a entrevista abaixo: Página da Cultura: Nesta quinta -feira às 19h na Livraria Cultura do Shopping [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://paginadacultura.com.br/br/wp-content/uploads/2011/11/capa1.png"><img class="alignleft size-full wp-image-7125" title="capa1" src="http://paginadacultura.com.br/br/wp-content/uploads/2011/11/capa1.png" alt="" width="160" height="220" /></a>por Ana Lou para <a href="http://paginadacultura.com.br/br/" target="_blank">Página da Cultura</a></p>
<p style="text-align: justify;">Escrever o primeiro livro deve ser maravilhoso, mas conseguir escrever o quarto e solidificar sua carreira como escritora deve ser excelente. Por isso, entrevistamos a escritoria e nossa colaboradora Liliane Prata. Leia a entrevista abaixo:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Página da Cultura:</strong><em> Nesta quinta -feira às 19h na Livraria Cultura do <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/servicos/lojas.asp" target="_blank">Shopping Villa      Lobos</a> acontecerá o lançamento do seu novo livro <a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=5394&amp;tipo=2&amp;isbn=9788561469085 " target="_blank">À Revelia</a>. O que o leitor      pode esperar dele?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Liliane Prata:</strong></em> Hum, difícil responder isso! Não é fácil dizer o que acho que podem      esperar do meu novo livro. Mas vou tentar: podem esperar uma história      sobre relacionamentos, cujo maior mérito talvez esteja na construção dos      personagens, interessantes, contraditórios&#8230; humanos. Procurei deixar os      fatos correrem à maneira deles, sem me meter muito. As morais são      complicadas, as maneiras de se resolver um impasse são infinitas e as      reflexões, ininterruptas: procurei deixar isso à solta, digamos assim, em      todo o romance.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>PC:</strong> Os seus primeiros livros apresentavam conflitos juvenis. Como foi      essa transposição de conflitos para o Universo adulto?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>LP:</strong> Gosto muito de escrever romances juvenis, tanto que tenho um novo,      inédito. Mas é inegável que trabalhar conflitos adultos é mais      interessante para mim, porque são conflitos que fazem parte do meu      universo, das minhas histórias, das histórias de amigos. Escrever para      adolescente exige que eu volte, de certa forma, ao meu passado, enquanto      escrever para os adultos permite que eu continue vivendo meu presente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PC:</strong> <em>Os personagens são ficcionais ou baseados em acontecimento real?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>LP:</em></strong> São ficcionais e reais: ficcionais porque são histórias que não      aconteceram na minha vida, reais porque muito dos personagens é baseado      nas minhas sombras, nas sombras de pessoas que conheço, em textos que li,      em influências que recebi. Reais também porque não aconteceram, mas      poderiam ter acontecido, e de fato acontecem com pessoas que não conheço,      o tempo todo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PC:</strong><em> Você pretende fazer lançamentos em outros estados?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>LP:</strong></em> Se receber convites de livrarias de outros estados, sim, claro, mas por      enquanto não há nada definido.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PC:</strong> <em>Última pergunta: que dica você daria para um jovem escritor?</em></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>LP:</strong></em> Sem dúvida, escrever. E ler. Muito!</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que você tenha apreciado a entrevista e prestigie a autora hoje em seu lançamento. O convite está logo abaixo. Até la!</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://paginadacultura.com.br/br/wp-content/uploads/2011/11/convite.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-7124" title="convite" src="http://paginadacultura.com.br/br/wp-content/uploads/2011/11/convite.jpg" alt="" width="465" height="319" /></a></p>
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		<title>A etiqueta da inclusão</title>
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		<pubDate>Tue, 21 Dec 2010 14:00:16 +0000</pubDate>
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Publicado em 18/10/2009<br />
Adriana Czelusniak</p>
<p>Entrevista com Claudia Matarazzo, escritora</p>
<p>Pessoas com deficiências não dependem apenas de rampas de acesso e carros especiais. Elas precisam ser vistas para que seus direitos sejam respeitados e para que se sintam – e sejam de fato – incluídas na sociedade. Na tentativa de torná-las menos “invisíveis”, a jornalista Claudia Mata­­­razzo lançou recentemente o livro Vai Encarar? A nação (quase) invisível das pessoas com deficiência. Ela falou ao Viver Bem sobre as críticas que recebeu ao escolher o tema, as lições de vida e as orientações que deveriam ser seguidas por todos nós.</p>
<p><span id="more-4516"></span>O livro começa com sua justificativa de como uma autora de dez livros sobre comportamento e moda passou a falar de pessoas com deficiência. Você foi criticada por essa mudança de foco?</p>
<p>Muito. No Brasil você tem de ser uma coisa até o fim da vida. As pessoas vinham me perguntar e eu falava: “Vocês estão esquecendo que eu sou jornalista!”. Foi tanta pergunta que eu me senti na obrigação de justificar, já na introdução do livro, para que o leitor não pensasse: “Ah, ela é da área da moda, então o que ela está escrevendo não vale”. Fiz um processo de pesquisa e como jornalista posso escrever sobre o que eu quiser.</p>
<p>Por que gente que não tem contato com pessoas com deficiências prefere não pensar na situação?</p>
<p>As pessoas evitam pensar porque lhes traz tristeza. Nós temos uma criação de “ai meu Deus, eu tenho tudo, eu sou saudável e há quem tenha uma limitação dessas”. É bobagem, mas a gente não quer nem entrar em contato com essa culpa, então ignora quem possa causar esse efeito na gente. Fora isso, achamos que dá trabalho, estamos em um momento em que todos querem tudo mastigado, não querem parar para pensar em quem é diferente e porque aquela pessoa funciona de maneira diferente. Fingem não estar vendo porque têm preguiça de ter de fazer alguma coisa. Mas tem a compensação. Se por um lado dá mais trabalho, de outro é extremamente gratificante conhecer um universo de pessoas muito diferentes e muito interessantes. São pessoas que enxergam a vida sob outro prisma, que administram a dor de maneira mais eficiente e que dão exemplos de superação muito mais intensos que os que estamos acostumados. Percebemos que o nosso dia a dia é que é limitado. Se a gente corta o dedo já não consegue escrever&#8230;</p>
<p>São 30 milhões pessoas com deficiência no Brasil, certamente esbarramos nelas o tempo todo. O que de fato pode ser feito para ajudá-las?</p>
<p>O mais importante é acabar com a deturpação do olhar. Estamos acostumados a não enxergar quem tem deficiência. Cultu­­ralmente somos ensinados por nossos pais a não olhar, eles dizem para não apontar, não fazer perguntas. O fazem com a melhor das intenções, não querem incomodar, mas incomoda muito mais fingir que essas pessoas não estão lá. Quem tem a deficiência já está acostumado com aquilo, então não há porque ficar constrangido.</p>
<p>Esse constrangimento que existe perante os deficientes é uma das barreiras que impedem que eles sejam respeitados e incluídos?</p>
<p>Com certeza. Eles eram chamados pela antiga legislação de incapazes. Peraí, só porque a pessoa perdeu uma perna isso não quer dizer que ela seja incapaz. É incapaz de quê? Eles também precisam parar de ser vistos como coitadinhos. Eu nem percebia isso antes de finalizar o livro, mas entre todos os que entrevistei, e foi muita gente, escolhi oito para retratar e nenhum deles é coitadinho. São pessoas com deficiências diferentes e que eram casadas, tinham namorado, davam aula, eram presidentes disso ou daquilo.</p>
<p>As crianças são curiosas e não preconceituosas, mas os pais acabam criando barreiras porque vivem dizendo “não olhe”, “não pergunte”, “não comente”. Qual é a forma ideal para tratar do assunto com elas?</p>
<p>Deixa perguntar. Quando o filho pergunta o que aconteceu com aquela pessoa é só responder: “Não sei, quer ir lá e perguntar?”. Se ela não quiser, dá para explicar que talvez a pessoa tenha nascido assim ou pode ter se machucado. Uma amiga minha diz que antes falava que tinha machucado o pescoço, mas aí as crianças perguntam porque ela então não levantava da cadeira. Para facilitar, ela começou a dizer que estava na cadeira de rodas porque tinha machucado o joelho. E não é que aí elas questionam a falta de curativo na perna? Agora ela está procurando outra resposta.</p>
<p>E quando a pessoa com deficiência é uma criança, que não tem o mesmo desempenho nas brincadeiras, como orientar as outras?</p>
<p>Quem cria barreiras são os adultos, a criança vai perguntar o que aconteceu. Ela interage, vai e joga bola do jeito que dá pra jogar. Mas tem que ter um trabalho conjunto entre professores e pais para explicar que é preciso compreender as dificuldades e ter paciência com o diferente. Temos de mostrar que nem todos têm de ser iguais.</p>
<p>O que é mais urgente de ser mudado para melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência?</p>
<p>A moda. Ninguém se deu conta que são 30 milhões que precisam de moda adaptada. Destas, pelo menos 10 milhões têm deficiência física, andam de cadeiras de roda ou têm mobilidade reduzida. Temos uma população muito jovem adquirindo deficiências e eles têm o resto da vida para trabalhar, estudar e precisam se vestir pra isso. É preciso colocar o bolso em cima da calça e não do lado, aumentar a abertura de camisetas no pescoço, paletós recortados atrás para não fazer volume na cadeira e mais curto pra não pegar na roda, roupas íntimas com velcro e abertura diferente. Não existe hoje no Brasil uma empresa que faça esse tipo de confecção. São Paulo é o quinto maior exportador de sapatos do mundo e não existe fábrica de sapatos que atenda anões, por exemplo. Não adianta falar para eles usarem calçados de crianças, os pés deles são mais largos, é um sofrimento.</p>
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		<title>Receber príncipe exigiu ajuste de protocolo, diz Cláudia Matarazzo</title>
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		<pubDate>Tue, 14 Dec 2010 14:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[por GABRIELA MANZINI da Folha Online 2/06/2008 &#8211; 07h00 Receber uma autoridade de outro país é sempre um desafio. Imagine quando o desafio vem acompanhado do fato de a autoridade ser o príncipe herdeiro do trono do Japão, monarquia hereditária mais antiga do mundo. Esta é a tarefa que tem ocupado os dias da consultora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>por GABRIELA MANZINI<br />
<a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u411431.shtml">da Folha Online</a><br />
2/06/2008 &#8211; 07h00</p>
<p>Receber uma autoridade de outro país é sempre um desafio. Imagine quando o desafio vem acompanhado do fato de a autoridade ser o príncipe herdeiro do trono do Japão, monarquia hereditária mais antiga do mundo. Esta é a tarefa que tem ocupado os dias da consultora de etiqueta Cláudia Matarazzo, nos últimos meses.</p>
<p><span id="more-4512"></span>Como chefe da equipe de cerimonial do Governo do Estado de São Paulo, ela é responsável por toda a pompa ao redor do jantar que o governador José Serra (PSDB) vai oferecer a Naruhito no próximo dia 21. Cláudia conta que, pelo fato de o protocolo japonês ser muito específico, pediu ajuda à professora de etiqueta japonesa Lumi Toyoda para organizar tudo. Em dois dias, a professora treinou a equipe que irá trabalhar no evento &#8211;40 pessoas.</p>
<p>Ficou totalmente proibido encarar, tocar ou apontar o príncipe.</p>
<p>&#8220;Outra diferença do Japão para cá é a pontualidade. O Brasil é um lugar onde as pessoas atrasam por excelência. No Japão, isso é considerado falha de caráter.&#8221; Já a mesa precisa ter dois metros de largura, para que Naruhito fique distante de quem estiver à sua frente. &#8220;Não é uma mesa de pizzaria, que a gente conversa com quem está na frente. A conversa dele com os vizinhos deve ser reservada.&#8221;</p>
<p>Outro resultado das aulas foi uma mudança no uniforme que a equipe de cerimonial usaria. Todos levariam uma camélia presa à lapela dos terninhos, porém Toyoda disse que a flor é símbolo de má sorte no Japão, por &#8220;morrer no pé&#8221;. A solução foi encomendar algumas flores de cerejeira, símbolo do Japão.</p>
<p>O rigor do protocolo ficou claro na discussão sobre qual bandeira deveria marcar os carros do comboio que levará o príncipe do Sambódromo para o Palácio dos Bandeirantes. Cláudia conta que Naruhito tem estandarte próprio e que, por isso, houve dúvida se esse estandarte deveria enfeitar os carros ou se poderia ser a bandeira do Japão. Só depois do parecer da Casa Imperial Japonesa veio o veredicto: ficou a bandeira nacional.</p>
<p>&#8220;Há quem diga que mesmo no Japão, hoje, [o protocolo] não é tão rigoroso assim. Mas, em se tratando de uma autoridade como essa, nos atemos à tradição.&#8221;</p>
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		<pubDate>Tue, 07 Dec 2010 14:00:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Isto É Gente 01 de novembro de 1999 Jornalista, apresentadora de tevê e autora de manuais de etiqueta, Claudia Matarazzo ensina em sua nova obra como se comportar no mundo virtual Dos 8 aos 18 anos, Claudia Matarazzo participou de almoços na casa de seu tio-avô e padrinho, Ciccillo Matarazzo. Nessas horas, o empresário resolvia [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Isto É Gente<br />
01 de novembro de 1999</p>
<p>Jornalista, apresentadora de tevê e autora de manuais de etiqueta, Claudia Matarazzo ensina em sua nova obra como se comportar no mundo virtual</p>
<p>Dos 8 aos 18 anos, Claudia Matarazzo participou de almoços na casa de seu tio-avô e padrinho, Ciccillo Matarazzo. Nessas horas, o empresário resolvia negócios e gostava da companhia da afilhada, além de artistas, políticos e industriais, no apartamento da avenida Paulista, em São Paulo. Fundador da Bienal, do Museu de Arte Moderna de São Paulo, da Companhia Cinematográfica Vera Cruz e do Teatro Brasileiro de Comédia, Ciccillo foi um reconhecido mecenas. O Museu de Arte Contemporânea da USP tem 1.500 obras doadas por ele. Quando morreu, aos 87 anos, Claudia tinha 18. Hoje, aos 40, ela lembra do espírito visionário do tio em seu novo livro, Net.com.classe, que a editora Melhoramentos lançará em novembro.</p>
<p><span id="more-4506"></span>&#8220;Numa fase em que o computador não fazia parte do nosso cotidiano, ele já previa a Internet. Dizia que não demoraria para que as pessoas se comunicassem por meio do som e da imagem em qualquer canto do mundo&#8221;, lembra. No livro, Claudia fala a internautas iniciantes e experientes sobre a &#8220;netiqueta&#8221;, palavra que designa a boa conduta na rede. Autora de três títulos sobre etiqueta e acostumada a dar palestras sobre o assunto em todo o Brasil, ela começou a achar que o relacionamento na comunidade virtual estava confuso. &#8220;Por se sentirem protegidas pelo anonimato, as pessoas às vezes perdem o pé, falando num chat (sala de conversa virtual) o que jamais falariam numa roda de amigos&#8221;, explica a jornalista e apresentadora de programas no rádio e na tevê.</p>
<p>Na casa em que Claudia cresceu com os três irmãos &#8211; um deles é Andrea Matarazzo, secretário de Comunicação do governo FHC -, os almoços e jantares eram servidos à francesa (a copeira apresenta a travessa e a pessoa se serve diretamente dela). Recursos como a lavanda, para se lavar as pontas dos dedos depois de comer frutas, eram triviais. Estudante de um colégio britânico, o St. Paul&#8217;s, em São Paulo, onde as classes eram formadas por alunos japoneses, indianos, noruegueses, armênios e ingleses, ela acha que aprendeu nessa fase o sentido básico da etiqueta: &#8220;Ela não é um conjunto de normas rígidas e sem sentido, mas a linguagem comum a todos os povos. Existe para facilitar a nossa vida, e não complicá-la&#8221;.</p>
<p>Claudia acha engraçado quando a chamam de socialite. &#8220;É por causa do sobrenome. Mas sempre ralei. Trabalho desde os 17 anos&#8221;, diz ela, que é casada há 11 com o executivo Fernando Mieli, 40 anos, e mãe de Valentina, 2. Adolescente, decidiu que queria ser cantora. Matriculou-se nas aulas de canto da professora Magdalena de Paula, patrocinada pelo padrinho Ciccillo &#8211; &#8220;Minha mãe, que sempre foi pão-duro, não quis pagar as aulas&#8221; -, ao mesmo tempo em que integrava o Coral da USP, com que chegou a conhecer a África, pois o maestro Benito Juarez tinha missão diplomática naquele continente.</p>
<p>Envie esta página para um amigoQuando o padrinho morreu, Claudia já estudava Jornalismo e tornou-se produtora em uma revista de decoração. Por dois anos, dividiu o palco com o cantor Agnaldo Rayol no programa Festa Baile, da Rede Cultura. Retomou a carreira de cantora de MPB, apresentando-se em teatros, casas noturnas e bares, e lançando o primeiro disco, vencedor do troféu revelação no Prêmio Sharp de 1988. Ao lançar seu primeiro livro, em 1995, o Etiqueta sem Frescura &#8211; hoje na 24.ª edição, com 76 mil exemplares vendidos &#8211; Claudia surpreendeu até a mãe, Teresa, descendente de libaneses. &#8220;Na noite de autógrafos, eu a ouvi confidenciar a um jornalista que eu era a última pessoa da casa que poderia escrever sobre etiqueta. Isso porque sempre fui a boêmia, a porra-louca da família.&#8221;</p>
<p>Na netiqueta, Claudia sugere bom senso e naturalidade</p>
<p>Deixar de responder um e-mail é uma tremenda falta de atenção. É preciso pelo menos acusar o recebimento, ainda que com um lacônico OK.</p>
<p>Procure uma linguagem direta, clara e objetiva, sem formalismos. Mas revise os e-mails à caça de erros de português e de digitação.</p>
<p>Se para os e-mails pessoais o vocabulário deve ser coloquial, nos profissionais o texto deve ser mais formal, como uma carta.</p>
<p>Evite encher páginas com animações que só poluem o visual e irritam os usuários de máquinas menos potentes.</p>
<p>O internauta elegante está entrando no chat para conhecer gente nova e trocar idéias e não para provocar brigas inúteis. Por isso, ao entrar no chat, nada de nicks (apelidos) racistas, ofensivos, machistas ou chulos.</p>
<p>Evite participar de polêmicas inúteis. Há gente que entra nos chats para extravasar seus recalques e dedicar-se à ofensa virtual.</p>
<p>Nunca deixe de colocar um nick, que é uma das regras para se jogar. Não usá-lo é o mesmo que querer jogar como café-com-leite.</p>
<p>Uma situação desagradável nos chats é o convidado indesejável, que não consegue puxar assunto com ninguém e se mete na conversa dos outros. É tão inconveniente quanto na vida real.</p>
<p>Nos chats, assim como nos e-mails, evite as letras maiúsculas, que significam &#8220;gritar&#8221;.</p>
<p>Na hora de deixar qualquer chat, despeça-se, assim como não custa nada cumprimentar quando se chega.</p>
<p>Boa parte dos internautas não gosta de conversar com várias pessoas ao mesmo tempo. Respeite isso e, ao mandar uma mensagem a alguém, se notar certa demora, não insista.</p>
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		<title>Casual sem erro</title>
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		<pubDate>Tue, 30 Nov 2010 14:00:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.mbsseguros.com.br/informativos/email_junho_2009.html">A especialista em etiqueta e comportamento Claudia Matarazzo dá dicas de como se vestir no casual day</a></p>
<p>Muitas empresas instauram o casual day: na sexta-feira, os funcionários ficam liberados para se vestir mais informalmente e deixar a gravata e o salto alto no armário. No entanto, o que era para ser um alívio pode se tornar um problema. “A aparência é muito mais importante do que se imagina. Se a empresa adota o casual day, é porque durante a semana não é tão casual assim”, afirma Claudia Matarazzo, especialista em etiqueta e comportamento. “Casual não quer dizer ‘de qualquer jeito’, e até para parecer casual é preciso ter uma certa elegância”, completa. Além disso, podem surgir reuniões e visitas de clientes que não eram esperadas.</p>
<p><span id="more-4501"></span>Para não errar a mão na sexta-feira, Claudia aconselha que as mulheres evitem roupas muito curtas ou justas, assim como tecidos sintéticos brilhantes e estampas exageradas. O visual clássico, ainda que informal, é sempre mais garantido: twin sets, pantalonas de malha (nunca de moletom) e blusas com decote canoa ou em V. Se o jeans for indispensável, não pode ter cintura baixa nem estar gasto. Nos pés, mules, tamancos e chinelos estão proibidos; o melhor é apostar em sandálias de tiras, sapatos baixos e até mesmo tênis leves.</p>
<p>E quem pensa que os homens não têm muito onde errar está enganado. Um bom exemplo é a camiseta: em primeiro lugar, ela deve estar bem passada. Em segundo, não pode trazer estampas engraçadinhas nem muito coloridas. “E esqueça a camisa do seu time do coração”, ensina Claudia. O melhor é vestir uma camiseta polo ou uma camisa simples, sem gravata. Cardigãs (malhas abotoadas na frente) substituem bem o blazer ou paletó, e calças de sarja em cores neutras fazem a combinação. Nada de bonés, moletons, agasalhos esportivos e roupas militares (com camuflagem). Mocassins de sola de borracha são uma boa opção, mas tênis esportivos não. E é bom lembrar: mesmo no casual day, os sapatos devem estar engraxados.</p>
<p>“Por mais que as roupas sejam confortáveis e informais, sexta-feira ou não, nossa postura deve permanecer rigorosamente a mesma: eficiente, discreta e simpática”, conclui Claudia Matarazzo.</p>
<p>Quem quiser acompanhar mais dicas pode visitar o blog da especialista: www.uol.com.br/claudiamatarazzo. Claudia também oferece palestras para empresas e é autora dos livros Negócios, Negócios – Etiqueta Faz Parte; Visual, uma Questão Pessoal; Gafe Não É Pecado; e Vai Encarar? A Nação Quase Invisível.</p>
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		<title>Etiqueta é poderosa ferramenta profissional</title>
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		<pubDate>Tue, 23 Nov 2010 14:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Marisa Moura</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Revista Metropole Publicada em 20/6/2010 por Claudia Matarazzo Depois da revolução dos costumes, na década de 60, o conceito de “etiqueta” tornou-se obsoleto. Até que, na década de 80, voltou-se a pensar nisso. É que as pessoas haviam desaprendido a conviver ao vivo: estavam muito mais acostumadas a ficar atrás de um monitor de computador [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://cpopular.cosmo.com.br/metropole/conteudo/mostra_noticia.asp?noticia=1692651&amp;area=2230&amp;authent=720BFDCBFE73027339FCF9FF410341">Revista Metropole</a><br />
Publicada em 20/6/2010</p>
<p>por Claudia Matarazzo</p>
<p>Depois da revolução dos costumes, na década de 60, o conceito de “etiqueta” tornou-se obsoleto. Até que, na década de 80, voltou-se a pensar nisso.</p>
<p>É que as pessoas haviam desaprendido a conviver ao vivo: estavam muito mais acostumadas a ficar atrás de um monitor de computador e se comunicar das mais variadas maneiras que não aquela pessoal, olho no olho.</p>
<p><span id="more-4497"></span>No momento de entabular uma conversa mais coloquial com alguém que conheciam pouco ou de transitar por ambientes que não fossem os estritamente profissionais, essas pessoas ficavam completamente perdidas.</p>
<p>Era preciso desenvolver um novo código de relacionamento. Baseado, naturalmente, na boa e conhecida (até a década de 60) etiqueta que havia mudado um pouco, claro, mas não tanto que não desse para resgatar a maior parte de seus ensinamentos que continuam valendo.</p>
<p>Hoje, não basta ser um craque em sua própria área de atuação. É preciso também saber fidelizar os clientes, deixar uma lembrança agradável de cada encontro e encontrar maneiras de tornar único o vínculo profissional.  E isso se consegue melhor e com mais eficiência quando se usa bem a etiqueta como ferramenta profissional.</p>
<p>Porém, tudo o que você ler daqui em diante nesta coluna, valerá muito pouco se esquecermos o que considero os três pilares que sustentam as relações entre as pessoas desde que o mundo é mundo: o bom-senso, a naturalidade e a afetividade.</p>
<p>É isso aí. Todo mundo nasce com bom-senso. Mas alguns confiam mais nele e outros, menos. Se o seu instinto lhe disse que é por aí, provavelmente é porque é mesmo. Simples assim.</p>
<p>Quanto à naturalidade, na dúvida pergunte. Não é pecado não estar familiarizado com determinada situação. Pergunte – e verá que, em geral, as pessoas têm o maior prazer em ajudar.</p>
<p>Já a afetividade tem sido esquecida em favor da praticidade. Pois entre ser afável e ser prático e rápido escolha o primeiro. Sempre. Rapidez não é sinônimo de elegância. Já preocupar-se com os outros e cortesia são qualidades sempre encontradas nos verdadeiros elegantes.</p>
<p>É preciso também enfatizar outras três qualidades indispensáveis a uma pessoa elegante e moderna: discrição, sensibilidade e foco. Você jamais verá uma pessoa elegante fazendo fofoca ou maledicente. Já o contrário impera. Pense nisso.</p>
<p>A sensibilidade é imperativa em um mundo que tem priorizado tanto as relações virtuais e onde as máquinas desempenham um papel tão importante. Alguém com discernimento para detectar os desejos dos outros está anos-luz à frente da maioria.</p>
<p>O foco é necessário para administrar melhor o nosso tempo e usá-lo de forma mais humana e agradável e não apenas eficiente. Pense e repense esses conceitos. Na prática, eles lhe serão muito mais úteis do que saber manejar os talheres ou se vestir seguindo as tendências da moda.</p>
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