Das coisas que não deveríamos fazer, mas fazemos em uma livraria:
Tweetpor Ana Lou para Página da Cultura
- Tratar o vendedor como um grande mágico: Perguntando se ele poderia achar um livro, mas a única lembrança que você tem é que ele tem uma capa azul. Honestamente, você já parou para contar quantos livros com capa azul, amarela e vermelha existem em uma livraria? São inúmeros! A minha dica é que você leve por escrito (porque às vezes dá um branco) ao menos o título, o ISBN e/ ou o nome ou o sobrenome do autor. Assim você verá o quanto a sua busca será rapidamente recompensada.
- Esquecer os bons modos em casa: Lembra daquela regrinha “tudo o que você tira do lugar deve voltar para onde estava?”, então, se pegou uma revista no revisteiro nada de deixá-la sobre a mesa do café com a desculpa que vai tirar o emprego do vendedor! Muito pelo contrário, muitas vezes os livreiros são demitidos por não acharem certos exemplares em momentos cruciais, como por exemplo, em uma venda significativa para uma instituição.
- Subestimar a inteligência alheia: Não trate mal um funcionário de uma livraria porque ele não leu os últimos lançamentos. Às vezes o seu gosto pessoal vai de encontro com o dele ou ele apenas não teve tempo para deitar seus olhos sobre o livro. Ao contrário do que muitos pensam trabalhar em uma livraria é bem puxado. Respire e respeite as diferenças!
- Pensar apenas em si mesmo: Não amasse e não esconda o livro atrás da prateleira para ler no próximo final de semana pelos mesmos motivos citados no segundo item. Muitas vezes as livrarias disponibilizam os mesmos exemplares por metade do preço em seus sites. Fique de olho!
- Deseducar seu(s) filho(s): Se você tem filhos e sobrinhos não perca a oportunidade de ensinar que uma livraria não é um parque de diversões. O silêncio, o zelo com o livro e a apreciação de uma boa leitura são aprendizados que levamos para vida toda. Ah, a equipe responsável pela seção infantil não é babá, embora geralmente gostem muito de crianças. Cuide bem do seu filho!