A colocação acima tem todo o sentido lógico. Mas em teoria. Na prática, a rotina de uma redação é muito diferente e isso não ocorre por vontade dos jornalistas. A composição de profissionais nas editorias atualmente é bem reduzida. Com isso, a correria para executar o trabalho aumenta. Aliado a isso, quando vamos à redação, notamos a quantidade expressiva de obras na mesa do jornalista. Alguns deles já me disseram que, de forma geral, quando vão realizar uma pauta sobre, por exemplo, livros infantis, eles partem primeiramente dos que ali já estão disponíveis sobre suas mesas. Caso lá estejam os livros da editoras e/ou escritores mais conceituados (e isso é um critério exclusivamente deles) e estes sejam suficientes para realização da matéria, pronto! Problema solucionado e não será mais preciso falar com assessores que ainda não enviaram livros ou caçar, dentre mais de 1.000 e-mails recebidos diariamente, outras sugestões de livros.
Sugestão da Página da Cultura: Parceria 6 Assessoria de Comunicação