Dora Kramer

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Dora Kramer

Jornalista de formação e profissão, Dora Kramer há 20 anos faz de seu cotidiano a análise dos fatos e atos da política nacional. Inicialmente no Jornal do Brasil e hoje no Estado de S. Paulo e na rádio Bandnews FM. Nas duas décadas anteriores – são 40 anos de ofício – foi repórter.
O olhar de Dora no jornalismo se fixou desde cedo na arquitetura dos textos. A escrita no papel de protagonista e a informação como coadjuvante. Com esse foco escreveu o livro de Pedro Collor, “Passando a Limpo, a trajetória de um farsante”, em 1993, transformando o fato político do impeachment de um presidente da República na saga romanceada de uma família, na perspectiva do caçula que viria a delatar o irmão Fernando Collor.
Experiência, segundo a autora, “fascinante, sofrida e estimulante”. Com a missão quase completamente cumprida do jornalismo, Dora Kramer agora se impõe o desafio de uma nova fase na carreira: a escrita, como ela diz, de “longa distância”. Contar histórias para o objeto primeiro de sua paixão, sua excelência o leitor.

Perfil

O personagem que eu não esqueci: Emília do Sítio do pica-pau amarelo de Monteiro Lobato
O livro que ainda não li: Vidas Secas de Graciliano Ramos
O livro que sempre releio: Peixe na Água de Mario Vargas Llosa.
O autor que eu queria ser: Machado de Assis
Leio poesia para me deliciar com a linguagem.
Leio prosa para viver, sonhar e viajar.
Leio biografia para conhecer o personagem.
Leio ensaio para pensar junto com o autor.
O começo de livro que mais gosto é… “Muitos anos depois, diante do pelotão fuzilamento, o Coronel Aureliano Buendia havia de recordar aquela tarde remota em que seu pai o levou para conhecer o gelo.” Cem anos de solidão de Gabriel García Márquez
O final de livro que mais gosto é…  Travessuras da Menina Má de Mario Vargas Llosa.
O filme que não esqueci: Perfume de Mulher dirigido por Martin Brest.
Faço sempre e com prazer: ler e escrever.
Gosto de ouvir… gente inteligente falando sobre política e psicologia.
A minha epígrafe de hoje: “Não é a lei que precisa ser forte. É a carne que não pode ser fraca” de Roberto Campos
Meu hobby é filmes e seriados.
Um nome que mudou a história: filhos.
Se eu pudesse adotar um país… Itália.
Que pena que eu não escrevi isto: “Nunca conheci quem tivesse levado porrada./ Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo./ E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,/ Eu tantas vezes irresponsavelmente parasita,/ Indesculpavelmente sujo,” Poema em Linha Reta de Fernando Pessoa
Se eu fosse um bicho eu seria um coelho.
Três coisas que não posso viver sem: leitura, filme e escrita.
Três coisas que odeio: vulgaridade, burrice e agressividade.
O que ficou da minha infância? A minha cabeça, o meu espírito.
O futuro ainda quer de mim: bons livros.
Quando falam de mim dizem… não estou lá para ouvir.
Qual pecado gosto de cometer? Gula.
Não posso dormir sem televisão.
Não escrevo sobre a intimidade das pessoas.
Só escrevo se… estou inspirada.
Me dá prazer comer quase tudo!
Me dá prazer beber vinho branco!
Não desisto de ser alegre, de acreditar que tudo dá certo no final.
Com o tempo aprendi que nem sempre dá para ganhar.
Livros
O Poder pelo Avesso, Barcarolla, 2010
O Resumo da História, Objetiva, 2000



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