Eduardo Garrafa

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Nascido em São Paulo, este autor sempre viveu nesta cidade, mas mostra ter uma forte ligação com o interior do Estado de São Paulo (principalmente Amparo, onde tem muitos parentes, e Campinas, cidade pela qual guarda um grande afeto). Formado em Engenharia Química pela Escola Politécnica da USP, trabalha no departamento de importações de uma indústria química. Está casado pela segunda vez, e tem uma filha do primeiro casamento – Júlia – que ele considera ser a grande responsável por sua decisão de escrever para adolescentes. Escreve desde os 12 anos, mas só resolveu tomar a sério seu gosto pelos romances em 2001, quando sua filha pediu que lhe escrevesse uma estória. Gostou tanto da experiência, que decidiu focar seus trabalhos no público juvenil. Adora cinema e viagens, que considera grandes fontes de inspiração.

Perfil

O personagem que eu não esqueci Carlitos (Charlie Chaplin).
O livro que ainda não li
Morte em Veneza, de Tomas Mann.
O livro que sempre releio
O amor nos tempos do cólera, de Grabiel García Márquez.
O autor que eu queria ser: Gabriel García Márquez.
Leio poesia para: me lembrar de minha infância.
Leio prosa para: por prazer, mas também para aprimorar meu estilo literário.
Leio biografia para: buscar exemplos para minha vida.
Leio ensaio para: raramente leio ensaios.
O começo de livro que mais gosto é… O amor nos tempos do cólera, de Grabiel García Márquez.
O final de livro que mais gosto é… O enigma dos vikings, de Romilda Raeder.
O filme que não esqueci: Minha vida de cachorro, de Lasse Hallstrom.
Faço sempre e com prazer: ir ao cinema ou ver filmes em casa.
Gosto de ouvir… MPB na maior parte do tempo (também ouço baladas, clássicas).
A minha epígrafe de hoje: “Que eu não perca a vontade de viver, mesmo sabendo que a vida é, em muitos momentos, dolorosa.”, de Francisco Xavier.
Meu hobby é fotografia de viagens.
Um nome que mudou a história: Charlie Chaplin e Beatles.
Se eu pudesse adotar um país… Seria o Canadá.
Que pena que eu não escrevi isto: a letra da música, “Um amor puro”, que o Djavan canta.
Se eu fosse um bicho eu seria um condor.
Três coisas que não posso viver sem: minha filha, escrever e chocolate.
Três coisas que odeio: trabalhar sob pressão; fanatismo; preconceito e dobradinha (foi duro decidir!).
O que ficou da minha infância? Jogar bola com meus amigos e a leitura do livro Viagem ao centro da Terra, de Julio Verne.
O futuro ainda quer de mim: que eu escreva mais e seja um bom cidadão.
Quando falam de mim dizem… Geralmente, que sou um cara legal! (mas sei que existe muita gente mentirosa e hipócrita!).
Qual pecado gosto de cometer? gula.
Não posso dormir sem pensar no que foi meu dia.
Não escrevo sobre religião.
Só escrevo se me derem sossego!
Me dá prazer comer chocolate, chocolate, chocolate e chocolate!
Me dá prazer beber suco de melancia.
Não desisto de cumprir meus compromissos.
Com o tempo aprendi que é muito difícil perdoar, mas que é necessário tentar.

Palestras

  • Sobre sua obra

Obras

Mande notícias do Egito, São Paulo, Atual Editora, 2012
A caixa de Fernão
, São Paulo, Editora Ática, 2007
Quando meu pai saiu de casa, São Paulo, Editora Ática, 2004