Georgina Catino

Georgina Catinogeorgina.catino@paginadacultura.com.br

Nasceu na Argentina. Formou-se em 1966 como professora. Lecionou literatura e espanhol para hispânicos até 1986. A partir de 1992, começou a lecionar para estrangeiros. Trabalhou como professora de espanhol em numerosas escolas de idiomas de São Paulo. Atualmente trabalha por conta própria em empresas que precisam de pessoal fluente em língua espanhola. Junto com Mónica Palacios escreveu um manual de ensino de espanhol.

Perfil

O personagem que eu não esqueci La Negrita de el inglês, de los Huessos.
O livro que ainda não li: Ulisses, de James Joyce.
O livro que sempre releio: Abadon, el exterminador, de Ernesto Sabato.
O autor que eu queria ser: Pablo Nerruda.
Leio poesia para estimular minha imaginação.
Leio prosa para apreender a escrever melhor.
Leio biografia para estar melhor informada.
Leio ensaio para melhorar a minha escrita.
O começo de livro que mais gosto é… Don Quixote, de Miguel de Cervantes.
O final de livro que mais gosto é… O velho e o mar, de Ernest Hemingway.
O filme que não esqueci: Love Affair, dirigido por Glenn Gordon Caron.
Faço sempre e com prazer: acordar de manhã.
Gosto de ouvir a frase “Como você está jovem”.
A minha epígrafe de hoje: Se você é gentil, alguns rirão de você, mesmo assim seja gentil.” Teresa de Calcutá.
Meu hobby é ler livros.
Um nome que mudou a história: Gandhi.
Se eu pudesse adotar um país… Brasil.
Que pena que eu não escrevi isto: Guerra e paz, de Leon Tostoi.
Se eu fosse um bicho eu seria uma pantera.
Três coisas que não posso viver sem: chocolate, dinheiro e perfume.
Três coisas que odeio: fazer regime, fazer ginástica e dirigir carro.
O que ficou da minha infância? A conduta de meu pai.
O futuro ainda quer de mim: que eu seja boa.
Quando falam de mim dizem que sou simpática mas muito sincera.
Qual pecado gosto de cometer? Gula.
Não posso dormir sem ler algo antes.
Não escrevo sobre astronomia.
Só escrevo se tenho algo para dizer.
Me dá prazer comer canelones com molho a bolonhesa.
Me dá prazer beber champanhe.
Não desisto de trabalhar a minha soberba.
Com o tempo aprendi que ser doce e meiga é melhor que ser guerreira.

Cursos e Palestras

  • Espanhol para estrangeiros.

Obras

Espanhol para o ensino médio. Editora Scipione, 2004