Henrique Schneider

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www.henrique.schneider.com

Nasceu em 21 de dezembro de 1963, em Novo Hamburgo/RS. Advogado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1987), é sócio da Advocacia Trabalhista e Sindical Fagundes, Meyer e Schneider S/C. Ex-diretor da Associação Gaúcha de Escritores, hoje é seu conselheiro. Escreve a coluna semanal de contos “Vida Breve” no jornal ABCDomingo. Em 2009, foi eleito, por voto direto, o patrono da Feira do Livro de Novo Hamburgo, talvez a primeira eleição direta para patrono de feira do Livro de toda a história.

Perfil

O personagem que eu não esqueci: Dom Quixote.
O livro que eu não esqueci: Ulisses, de James Joyce – até a página 200 eu ainda tinha a impressão de estar nas brumas do começo.
O livro que sempre releio:
Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez.

O autor que eu queria ser:
qualquer um mais jovem, talentoso e bem sucedido que eu.
Leio poesia para
respirar.
Leio prosa para
seguir vivo.
Leio biografia por curiosidade.
Leio ensaio por obrigação.
O começo de livro que mais gosto é…
Cem anos de solidão, de Gabriel García Márquez.
O final de livro que mais gosto é…
não sei a resposta.
O filme que não esqueci:
Casablanca, de Michael Curtiz.
Faço sempre e com prazer:
ler.
Gosto de ouvir… é piegas, mas gosto de ouvir o som dos pássaros me acordando pela manhã, próximos à janela do meu quarto.
A minha epígrafe de hoje:
“Há apenas duas ou três histórias humanas, que se repetem com tanta força que é como se nunca houvessem acontecido antes.” (Willa Cather, escritora norte-americana).
Meu hobby é
bisbilhotar brechós, sebos e antiquários.
Um nome que mudou a história: não sei.
Se eu pudesse adotar um país…
Não sei.
Que pena que eu não escrevi isto: Grande sertão: veredas, de João Guimarães Rosa.
Se eu fosse um bicho eu seria:
um cachorro sem raça definida.
Três coisas que não posso viver sem:
escrever, ler, viajar.
Três coisas que odeio:
programas televisivos de baixo nível, a ignorância como estilo de vida e responder questionários.
O que ficou da minha infância:
a irresponsabilidade – mas naquela época eu era menos cobrado.
O futuro quer de mim:
fortuna.
Quando falam de mim dizem…
o que quiserem.
Qual pecado gosto de cometer:
quase todos, em especial a gula.
Não posso dormir sem…
Não há nada que me tire o sono.
Não escrevo sobre
auto-ajuda.
Só escrevo se
estiver acordado.
Me dá prazer comer
frutos do mar.
Me dá prazer beber
vinho.
Não desisto de
ficar rico e famoso com a literatura.
Com o tempo aprendi que
viver é mais fácil que não viver.

Palestras e eventos

  • eventos em geral de literatura brasileira
  • leituras
  • palestras em escolas
  • Projeto Contos da Vida Breve patrocinado pela Fevale, que são leituras públicas e gratuitas, de aproximadamente 50 minutos, nas quais le e interpreta alguns dos pequenos contos publicados, semanalmente, no jornal ABCDomingo

Prêmios e eventos

  • Com a novela “O Grito dos Mudos”, ganhou o Prêmio Maurício Rosemblatt de Romance.
  • Participante, em 1993, do “I Foro Joven Literatura y Compromiso”, em Málaga, Espanha.
  • Em 1999, seu livro “O Grito dos Mudos” integrou projeto de educação literária nas cidades-satélites do Distrito Federal. Ao final do ano, encerrando o projeto, fez palestra na Universidade Nacional de Brasília (UnB).

Obras

Novo Hamburgo, A Cidade se revela. Novo Hamburgo, 2009
O melhor da Festa. Nova Roma, 2009
Contramão. Editora Bertrand Brasil, 2007
O grito dos mudos. Editora Bertrand Brasil, 2006
Os cem menores contos brasileiros do século. Ateliê Editorial, 2004
Porto Alegre, curvas e prazeres. WS Editor, 2002
O livro dos homens. Editora Artes e Ofícios, 2000
Caio de Amores. Editora Mercado Aberto. (Renda revertida para o GAPA/POA).
Antologia universitária. Editora da UFRGS
(esgotada).
A segunda pessoa. Editora Mercado Aberto (1ª edição, esgotada).
O grito dos mudos. Editora L&PM (5ª edição, esgotada).
Pedro Bruxo. Editora Caetés (3ª edição, esgotada).