Liliane Prata

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Paulistana de Belo Horizonte, Liliane Prata é formada em jornalismo pela UFMG e, atualmente, cursa o quarto ano de filosofia na USP. Desde 2003, é colunista da revista Capricho. Sua página, chamada “Desneurando”, já foi mensal, quinzenal, e hoje é publicada em três a cada quatro edições. Já escreveu para revistas como Vida Simples, Claudia, VIP e Nova Escola. Mas anda trabalhando cada vez menos como jornalista freelancer e cada vez mais como ficcionista – ficção é o que ela adora, desde criança, quando escrevia e ilustrava livros e os vendia na escola (na verdade, trocava-os por figurinhas). A autora tem dois livros juvenis e um chick lit publicados e, ultimamente, anda enfiada em seu apartamento, lendo e escrevendo para crianças e adultos. Na verdade, ela gosta de escrever qualquer história que apareça na cabeça dela e insista por algumas semanas.

Perfil

Os personagens que eu não esqueci: o comissário Mattos, em “Agosto” de Rubem Fonseca; Madame Bovary de Flaubert; Raskólnikov, em “Crime e Castigo” de Dostoiévski; Clara, em “A Casa dos Espíritos” de Isabel Allende; April e Frank, em “Rua da Revolução” de Richard Yates; A menina má, em “As Travessuras da Menina Má” de Mario Vargas Llosa; Tomas, em “A Insustentável Leveza do Ser” de Milan Kundera; Luisa, em “O Primo Basílio” de Eça de Queiroz; Oki, em “Beleza e Tristeza” de Yasunari Kawabata,  Bentinho e Capitu, em “Dom Casmurro” de Machado de Assis; Fabiano, em “Vidas Secas” de Graciliano Ramos, Augusto Matraga, em “A Hora e a Vez de Augusto Matraga” de Guimarães Rosa, Macabéa, em “A Hora da Estrela” de Clarice Lispector…
O livro que ainda não li:
tantos! Ainda bem…
O livro que sempre releio:
“Os Sonhos de Einstein” de Alan Lightman
O autor que eu queria ser:
pode ser uma versão melhorada de mim? É o que busco, sempre.
Leio poesia para
me descolar do mundo por alguns instantes.
Leio prosa para
esquecer, lembrar, aprender, relaxar, me entreter, refletir, me inspirar.
Leio biografia para
constatar, mais uma vez, como a vida de uma pessoa pode ser interessante. Principalmente quando romanceada!
Leio ensaio para
geralmente, para estudar filosofia.
O começo de livro que mais gosto é
“Desonra”, do J. M. Coetzee. O estilo seco impressiona e deixa com vontade de continuar lendo. “Na Praia”, do Ian McEwan, por já ir direto ao ponto na apresentação dos personagens.  “Metamorfose”, do Kafka, porque é um dos começos mais legais da literatura.  E, bem, o de “Comer rezar amar”, porque é delicioso.
O final de livro que mais gosto é
aquele que me traz mais satisfação pela leitura do que tristeza por ela ter acabado. Senti isso em “Travessuras da Menina Má” de Mario Vargas Llosa, “Tia Julia e o Escrevinhador” de Mario Vargas Llosa, “Inês da Minha Alma” de Isabel Allende, “A Trégua” de Mario Benedetti, “O Filho Eterno” de Cristóvão Tezza…
O filme que não esqueci:
qualquer um do Woody Allen é inesquecível para mim. Os outros vão de “O Poderoso Chefão” de Francis Coppola ao argentino “O Segredo dos Seus Olhos” de Juan José Campanella, passando por “A Turba” de King Vidor, “Linha de Passe” de Walter Salles, “O Escafandro e a Borboleta” de Julian Schnabel, “Julie & Julia” de Nora Ephron, “O Filho da Noiva” de Juan José Campanella e “Quatro Casamentos e um Funeral” de Mike Newell.
Faço sempre e com prazer:
ler, escrever e ficar com minha família e amigos.
Gosto de ouvir
músicas velhas e boas conversas.
A minha epígrafe de hoje:
“Não deu tempo de fazer tudo o que você queria. Paciência!”
Meu hobby é
ouvir música andando pela casa por horas.
Um nome que mudou a história:
Marx. Como diria a Mafalda, quando sua mãe lhe falou que quem não toma sopa não cresce, o mundo seria mais tranqüilo se Marx não tivesse tomado sopa!
Se eu pudesse adotar um país
seria a Noruega, que me parece bem organizada e fácil de cuidar.
Que pena que eu não escrevi isto:
sinto isso depois de ler qualquer livro de que gostei muito. Talvez não seja bem um “que pena”, mas um “tomara que algum dia eu escreva algo tão bom quanto isto”.
Se eu fosse um bicho eu seria
– nunca pensei nisso – mas simpatizo com as lontras.
Três coisas que não posso viver sem:
computador, pessoas queridas e chocolate.
Três coisas que odeio:
arrogância, grosseria e berinjela.
O que ficou da minha infância?
As brincadeiras que eu inventava com minhas vizinhas.
O futuro ainda quer de mim:
não sei ao certo, mas me esforço!
Quando falam de mim dizem…
depende de quem fala. Se for minha mãe, apenas qualidades incríveis.
Qual pecado gosto de cometer?
Mais de um. Mas prefiro cometer a falar sobre isso…
Não posso dormir sem
protetor de ouvido 3M.
Não escrevo sobre
temas que me pedem. Podem até pedir, mas preciso querer escrever a respeito desse tema, senão não funciona.
Só escrevo se
aquilo mexe comigo e insiste para ser escrito por mim. É cafona, mas é verdade.
Me dá prazer comer
qualquer coisa doce.
Me dá prazer beber
Coca Cola, café e chá preto.
Não desisto de
aprender a tocar violino.
Com o tempo aprendi que
é muito mais simples viver sem tanta ansiedade, preocupação e correria.

Palestras e eventos

Autora disponível para palestras e eventos.

Obras

A Revelia, Letras do Brasil, 2012

Guia Capricho – Sexo – Como começar bem. Marco Zero Editora, 2010

Uma bebida e um amor sem gelo, por favor. Marco Zero Editora, 2006
O diário de Débora 2.
Marco Zero Editora, 2005
O diário de Débora.
Marco Zero Editora, 2003




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