Nova aventura do escritor e explorador Airton Ortiz
TweetCoquetel de lançamento dia 15/10, às 19h, no Theatro São Pedro, em Porto Alegre
O gaúcho Airton Ortiz pode ser definido de várias maneiras: explorador, aventureiro, escritor, jornalista especializado em natureza selvagem. Em sua décima aventura pela coleção Viagens Radicais, o autor, que já conheceu os quatro cantos do planeta, rumou para o Sudeste Asiático, onde visitou Tailândia, Laos, Camboja e Vietnã – ponto central de sua narrativa. Acompanhado do repórter fotográfico Luiz Antônio Ferreira, Ortiz percorreu todo o território vietnamita, passando pelos locais onde se realizaram as maiores batalhas durante a Guerra do Vietnã. Seu objetivo nesta emocionante viagem é recontar o conflito do ponto de vista dos vietnamitas, que lutavam para defender o país da invasão de uma potência estrangeira. VIETNÃ PÓS-GUERRA acaba de sair da gráfica da Editora Record (<http://www.record.com.br>www.record.com.br) e chega às livrarias no dia 09 de outubro.

Vietnã pós-guerra
Uma aventura no Sudeste asiático
Airton Ortiz
Coleção Viagens Radicais
Grupo Editorial Record/Editora Record
266 páginas
Preço: R$ 37,90
Formato: 16 x 23 cm
ISBN: 978-85-01-08791-1
Não-ficção nacional / Reportagem / Viagens / História / Vietnã
Aventureiro profissional, escritor e jornalista especializado em esportes radicais, o gaúcho Airton Ortiz já percorreu meio mundo caçando aventuras, especialmente as que rendessem boas histórias para contar aos seus leitores. Seus relatos de viagem, repletos de descrições minuciosas, fazem parte da Coleção Viagens Radicais, dedicada a experiências fantásticas e reais nos lugares mais inóspitos, exóticos e interessantes do planeta.
Depois de escalar o Kilimanjaro, a montanha mais alta da África, percorrer as trilhas do Himalaia, no Nepal, desafiar o Serviço Secreto do Exército da China e viajar até o gelado Alasca, Ortiz relata agora sua expedição pelo Sudeste asiático em VIETNÃ PÓS-GUERRA, seu décimo livro pela Coleção Viagens Radicais. Apesar de ter visitado Tailândia, Laos e Camboja, a aventura está centrada no Vietnã, pois o autor percorreu todo o território vietnamita, viajando de Hanói, no Norte, a Saigon, no Sul, passando pela baía Ha Long e pela Zona Desmilitarizada, antiga fronteira entre o Vietnã do Norte e Vietnã do Sul.
Acompanhado pelo repórter fotográfico Luiz Antônio Ferreira, Ortiz visitou os locais onde se deram as maiores batalhas durante a Guerra do Vietnã. Seu objetivo nessa viagem é recontar a história da guerra a partir do ponto de vista dos vietnamitas, pois quase tudo o que se conhece sobre esse conflito chega ao Brasil pela visão da imprensa norte-americana.
Na chegada a Hanói, o repórter descobriu que até o nome da guerra é diferente dependendo de quem a conta. Para os Estados Unidos, e para o resto do mundo, tratou-se da Guerra do Vietnã. Mas para os vietnamitas ela é conhecida como Guerra Americana. Outro fato que surpreendeu o jornalista: enquanto a imprensa ocidental informava que o motivo da guerra era impedir o avanço do comunismo no mundo, isso em plena Guerra Fria, para o povo do Vietnã a luta era para defender o país da invasão de uma potência estrangeira.
O Vietnã é um país com um sistema político ditatorial, onde a burocracia ligada ao Partido Comunista ─ que de comunista não tem mais nada ─ governa com mão de ferro. Não há liberdade de imprensa nem partidos de oposição. Mas o sistema econômico é capitalista, baseado na economia de livre mercado.
Um encarte de 16 páginas de fotos coloridas ilustra esta emocionante viagem. Os repórteres percorreram também o delta do rio Mekong, uma região selvagem onde para sobreviver foi preciso comer carne de cobra, único alimento disponível. “Navegar pelo rio Mekong”, explica Airton Ortiz, “foi uma das maiores aventuras que já enfrentei”.
Criador do gênero Jornalismo de Aventura, onde é ao mesmo tempo repórter e protagonista da reportagem, o explorador Airton Ortiz tem suas matérias publicadas nos principais veículos do gênero no Brasil e exterior. Vietnã pós-guerra é seu décimo livro publicado na coleção Viagens Radicais. Tem diversas obras premiadas, como Expresso para a Índia, que ganhou o prêmio Euclides da Cunha, da União Brasileira de Escritores, de melhor ensaio. Travessia da Amazônia foi eleito Livro do Ano pela Associação Gaúcha de Escritores em 2004. A reportagem “Na trilha da Humanidade”, do jornal Zero Hora, foi finalista do prêmio Esso de Jornalismo. “Em busca do Mundo Maia”, publicada no Jornal do Povo, ganhou o Prêmio ARI de Jornalismo, na categoria reportagem cultural. Ortiz participou de diversos documentários de aventuras e, como fotógrafo, tem um acervo com mais de 50 mil fotos de quase todo o mundo, especialmente sobre natureza selvagem.
Luiz Antonio Ferreira, jornalista formado pela PUC/RS em 1978, desenvolveu toda a sua atividade profissional na área audiovisual: fotografia, cinema e vídeo. Com 16 anos colocou a mochila nas costas pela primeira vez rumo ao Rio de Janeiro e de lá pra cá sempre que pode põe o pé na estrada.
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