Rafael Barioni

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Em 1983, Rafael nasceu em São Paulo, e aos dois anos começou como ator-mirim. Participou de 100 comerciais. Aos 10 anos protagonizou a peça O Céu Tem Que Esperar, com Paulo Autran. Depois, apresentou 3 programas na TV Cultura (X-Tudo, Fazendo Escola, Movix) e protagonizou 2 séries (Galera – Tv Cultura; Artur, o Estagiário – MTV).

Em 2005, formou-se em Cinema na FAAP, e cursou Ciências Sociais na USP. Dali em diante, dirigu e produziu curtas, vídeo-clipes premiados, web-séries, realizou programas na MTV, foi redator na HBO, e roteirista do núcleo infanto-juvenil da TV Cultura.

Em 2008, dirigiu e escreveu o espetáculo Colméia dos Santos, comédia sobre o debate de três loucos que pretendem se eleger presidente do grêmio do manicômio.

Em 2009, frequentou em Los Angeles, wokshops e seminários especiais sobre roteiro e direção.

Atualmente, trabalha na Sony Pictures, onde cria e produz promos para os canais AXN, Animax e Sony Entertainment Television.

Perfil

O personagem que eu não esqueci: Hans Castorp, e alguns do dia a dia.
O livro que ainda não li: “Guerra e Paz”, e um que eu escrevo desde 2004.
O livro que sempre releio: no papel, quase nenhum. Mas a sensação deixada por “O Idiota” e a “Montanha Mágica” eu releio frequentemente.
O autor que eu queria ser: reconhecido em vida. Mas se eu tivesse que brincar de ser a reencarnação de algum, escolheria Dostoievski.
Leio poesia para parar.
Leio prosa para viver.
Leio biografia para estudar.
Leio ensaio para brincar.
O começo de livro que mais gosto é: “A Montanha Mágica”, “O Idiota” e “Cem Anos de Solidão”.
O final de livro que mais gosto é: “Madame Bovary”.
O filme que não esqueci: “O Labirinto do Fauno”.
Faço sempre e com prazer: novas estórias.
Gosto de ouvir rock, piano e cantoras.
A minha epígrafe de hoje: somos todos heróis e a vida uma aventura.
Meu hobby é dirigir vídeo-clipes.
Um nome que mudou a história: Gutenberg, os Irmãos Lumière, e todos os caras envolvidos na invenção da guitarra: Loyd Loar, Adolph Rickenbacker, George Beauchamp, Les Paul e Leo Fender…
Se eu pudesse adotar um país: ou Terra do Nunca ou Macondo ou a Rússia ou pelo menos a vila do Chaves. Mas se não sobrasse nenhum desses, adoraria me isolar no planetinha do “Pequeno Príncipe”.
Que pena que eu não escrevi isto: “Os Irmãos Karamazov”.
Se eu fosse um bicho eu seria: uma gaivota porque voa, come peixe fresco e vive no mar. Ou um tigre-dente-de-sabre ou um dinossauro ou um golfinho ou um cachorro – desses que corre nos campos, latindo pras ovelhas, ou aqueles que caçam raposas em florestas temperadas, ou pelo menos algum que só dorme, come, passeia e ganha carinho.
Três coisas que não posso viver sem: companhia, árvores e papel.
Três coisas que odeio: poluição, estupidez e falta de tempo.
O que ficou da minha infância: fantasia.
O futuro ainda quer de mim: boa pergunta. Mas eu gostaria de muita coisa do futuro: um filme, um livro e fazer família num lugar tranquilo.
Quando falam de mim dizem meu nome.
Qual pecado gosto de cometer? Todos que não me deixam com muita culpa. Culpa dá azar.
Não posso dormir sem imaginar um túnel infinito até o Todo, que se conecta, contrai, vira nada e me integra. Mas no dia a dia geralmente pulo do túnel direto pro banho da manhã.
Não escrevo sobre matemática aplicada em forma de gráficos ou de sentenças numéricas.
Só escrevo se…mpre.
Me dá prazer comer (ponto).
Me dá prazer beber gelado.
Não desisto de realizar.
Com o tempo aprendi que já nascemos velhos, mas lembramos disso aos poucos.