Dica de Leitura: Deus foi Almoçar

por Ana Lou para Página da Cultura

Quer uma boa dica de leitura? Aperte o play!

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Lançamento do Livro: “Deus foi almoçar”

Não perca: Hoje, ás 19h00, o escritor e nosso colaborador Ferréz estará na Livraria Cultura do Conjunto Nacional para o lançamento do seu livro “Deus foi almoçar”.

Esperamos você. Até lá!





Clipping do Dia: Ferréz

por Ana Lou para Página da Cultura

Qual a importância da Literatura Marginal nos dias de hoje?

Em matéria para o Jornal Telam,  Ferréz explica a jornalista Leticia Pogoriles que “com a literatura marginal todos podem ler e escrever”. Continue lendo





Clipping do dia!

por Ana Lou para Página da Cultura

Quer treinar seu espanhol? Leia a resenha que Valeria Meller escreveu sobre o escritor Ferréz na Revista Ñ. Boa  Leitura!

Para ler, clique aqui!





Ferréz lança em julho novo romance

Calixto é um homem comum, mas como tantos cidadãos ele acorda cedo para fazer parte do labirinto da vida cotidiana. À noite, volta pra casa onde encontra sua mulher e sua filinha, nada mais normal.
Mas não é isso que está nesse livro.
Sem que ele queira, tudo começa a não fazer mais sentido. Calixto parece não saber como reagir, se é que quer fazer isso. Suas tentativas logo se mostram infelizes e sua conformação incomoda, embora ele tenha a sua frente um portal para mudar tudo.
Neste romance psicológico, Ferréz impressiona o leitor ao perguntar se vamos querer de fato uma mudança.





Provocando Ferréz

por Ana Lou para Página da Cultura

O escritor e nosso colaborador Ferréz,  conselheiro editorial do jornal Le Mond Diplomatic Brasil, participou do Programa Provocações com Antonio Abujamra.

O autor dos livros Cronista de um tempo ruim, Os Inimigos não mandem flores, Manual Practico del odio, Ninguém é inocente em São Paulo, Amanhecer Esmeralda, Capão Pecado, Literatura Marginal: talentos da escrita periférica, Manual prático do ódio conversou com Abujamra sobre periferia, analfabetismo,  literatura e sobre alguns autores como Górki, Herman Hesse, Fernando Pessoa, Carlos Drummond de Andrade e Flaubert.

Vejam o vídeo abaixo e não percam a oportunidade de serem provocados!

Clique aqui para assistir o primeiro bloco do programa.

Clique aqui para assistir a segunda parte do programa





A poesia como uma forma de luta

Por volta de 1850, o número de jornais que circulam no Brasil aumenta intensamente. A produção de papel mais barato, feito de celulose, substituindo os dispendiosos linho ou algodão, permitiu que isso ocorresse. Mudanças sociais também estimulam a intensificação da produção jornalística. A partir da referida data – que encerra o tráfico de escravos africanos – a sociedade brasileira começa a discutir como e quando ocorreria o fim da escravidão. Tal debate aconteceu principalmente através da imprensa. Abolicionistas recorrem a várias formas de sensibilização da opinião pública. Poesias são sistematicamente utilizadas nesses embates; poetas profissionais e amadores mobilizam sentimentos de compaixão e revolta. Em 1884, o jornal “A Vela do Jangadeiro” publica os seguintes versos anônimos: “Tu – alma de lodo – feroz egoista/  Q´não conheces do tempo a evolução/ E, retrogadando es-escravagista,/ Verás o sol da redempção/ E teu nome escripto em negra lista/ No dia em que morrer a – escravidão”. Trata-se de um exemplo, entre milhares. Por isso mesmo é possível afirmar que a poesia foi uma arma na luta pela Abolição. Para saber mais, clique aqui