Agente literário: luxo ou necessidade?

Há sempre um momento, na carreira do escritor, em que ele se pergunta sobre a necessidade de recorrer aos serviços de um agente literário. As razões desse questionamento, as possíveis respostas e o amplo leque de serviços que uma agência literária oferece compõem as bases deste artigo.

Autores inéditos costumam procurar agentes literários movidos pela certeza de que esses profissionais conseguirão vender suas obras a grandes editoras ou, ao menos, para uma casa editorial que tenha seus títulos expostos em um grande número de livrarias.

Contudo, enquanto o autor alimenta tantas expectativas, o agente literário, agindo de maneira profissional, procura sanar suas próprias dúvidas, que se resumem, num primeiro momento, em saber em qual gênero o autor escreve e quais os assuntos de sua preferência, pois, apesar de existirem poucas agências no Brasil, cada agente – inclusive no exterior – se especializa em algumas áreas do conhecimento. Muitas vezes, portanto, após algum tempo de conversa, o agente percebe que aquele autor seria mais bem atendido por outro profissional.

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Ortiz em Nova York, terminando de escrever

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“Nova York”, seu novo livro, uma coletânea de crônicas sobre sua interatividade com a cidade.





Só mais um fim por Liliane Prata

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“Eu não conseguia ver que aquilo era amor delicado. E me parecia o tédio”, ela leu, e sentiu uma sucessão de pequenos despertares dentro de si. O livro era A Paixão segundo G.H., de Clarice Lispector, e ela era apenas Luciana, Luciana lendo depois do almoço, os olhos já tristes e cansados caindo de sono. “Mas tudo isso era fino demais para a minha pata humana… Nossas mãos que são grossas e cheias de palavras”, continuou. E então fechou o livro sobre o colo e olhou as próprias mãos. Continuar lendo.

 

 





O pote mágico de Ferréz

Convites FNLIJ3

 

 

 

 

 

 

 

 

 





Na contramão?

por Ana Lou para Página da Cultura

“A gente quer ter voz ativa

No nosso destino mandar

Mas eis que chega a roda viva

E carrega o destino pra lá”

Roda Viva – Chico Buarque

Um homem decide planejar a sua vida, ele acorda e programa cada detalhe, cada minuto e segundo. Ele sabe o que fará em cada ano e segue seguro em um mundo repleto de incertezas.

Ele é jovem, possui 25 anos, administra a metalúrgica da família, pretende se casar e morar fora do país. Vejam, até um carro novo ele comprou.

Mas, o que ele faria se ao dirigir pela manhã atropelasse duas crianças? Ele manteria o controle? Ou fugiria? leia mais »





Respeitando o tempo de cada um

por Ana Lou para Página da Cultura

Não adianta, as pessoas não são robôs. Por mais que você fale, reforce e insista é importante ter consciência de que cada um tem o seu tempo.

Talvez por ignorar essa constatação muitos pais pecam na educação dos seus filhos. Com o anseio que eles se tornem pessoas melhores e superem suas dificuldades acabam criando grandes conflitos por pequenas bobagens.

Para psicóloga e nossa colaboradora Dora Lorch “Uma das maiores fontes de estresse é a tendência que muitos pais têm de querer consertar tudo de uma vez. Nem bem o filho melhora num aspecto, os pais reclamam de outro, não dando tempo do filho consolidar as mudanças conseguidas. Isso desgasta os filhos e os adultos também. leia mais »





Conspirações: John Kennedy X Abraham Lincoln

por Ana Lou para Página da Cultura

Aparentemente John Kennedy não tem nada em comum com Abraham Lincoln. Mas, não é que o escritor Edson Aran encontrou inúmeras semelhanças que ligam a vida dos dois? Leia abaixo e veja o que pensa sobre o assunto: leia mais »





O Rio de Janeiro do Brasil Colônia

Você sabia que “… o Rio de Janeiro era então considerado um dos portos  mais bem localizados do mundo. As facilidades de intercâmbio com a Europa, América, Àfrica e Índias Orientais o tornavam um grande ele entre o comércio das várias regiões do globo. Por influência, viam-se por toda parte imensos guarda-sóis para abrigar do calor e mulheres cobertas dos pés à cabeça por capas escuras. Casas caiadas de branco com beirais arrebitados e papagaios de papel no céu também traziam as cores da China e do Japão. leia mais »





Um furo de reportagem daqueles!

por Ana Lou para Página da Cultura

Quem nunca pensou em criar um jornalzinho na sua escola, em seu bairro ou até mesmo no seu trabalho? Um jornalzinho que veiculasse os acontecimentos locais, assim como notícias exclusivas que não aparecem nem mesmo na grande mídia?

Imagina então como se sentiu Chicão ao se deparar com um “Furo de Reportagem” daqueles. Afinal, ele descobriu que sua vizinha Dona Margô havia sumido e que sua casa estava sendo habitada por homens estranhos e que a única forma de se comunicar com eles era dizer que estava ali para buscar o gato da vizinha, que não parava de miar em um único instante.

Quer saber um pouco mais sobre esta história eletrizante? Então não deixe de ler “Furo de Reportagem” do escritor Roberto Jenkins de Lemos. Saiba mais aqui...