Prateleiras Divertidas

por Ana Lou para Página da Cultura

Já falei aqui no blog da Página sobre prateleiras: que são nossas verdadeiras aliadas quando o assunto é a organização dos nossos livros.

Porém, nem sempre elas precisam ser óbvias e seguir aquele padrão tradicional.  Fazendo uma pesquisa na internet encontrei diversos modelos divertidos e selecionei para vocês duas prateleiras que dão um toque de humor na decoração da casa mesmo que abriguem livros muito sérios!

Vamos lá?

 

Com a criação do designer Samulnoli, por exemplo, seus livros sempre estarão em excelente companhia…

… já com a Disaster, do designer Victor Barish, todos seus amigos ficaram intrigados. Afinal, será que os livros a noite seguirão para um outro portal?

Espero que tenham gostado e se animem para rever os seus conceitos quando o assunto são prateleiras!

Imagens: Reproduções!





Clipping da Página

por Analou para Página da Cultura

Antigamente, depois que um autor publicava um livro, era difícil obter novidades sobre ele. Para isso, era necessário que corrêssemos atrás de algumas publicações suas em revistas literárias ou aguardássemos o lançamento do seu próximo livro.

No entanto, nos dias de hoje com o “advento” da internet, blogs e afins podemos acompanhar suas produções constantemente através dessas mesmas mídias. Por isso, hoje indicamos a leitura dos textos de dois de nossos autores e colaboradores aqui da Página: Liliane Prata e Henrique Schneider!

No blog da escritora Liliane Prata recomendamos a leitura do seu texto “Sobre pessoas simpáticas”. Nele a autora questiona se a simpatia é mais importante que o senso de justiça e/ ou caráter de uma forma bem humorada, reflexiva e leve.

Já na página do autor Henrique Schneider recomendamos a leitura no seu último conto: “Ao Mar” que começa assim:

“A praia está cheia de felicidades em grupo. A família que chegou cedo, no início da manhã, e que até agora se diverte entre banhos de mar, milho verde, protetor solar e castelos de areia; os amigos que entram na água de vez em quando, mas que mais observam a beleza das meninas passeantes do que qualquer outra coisa; as meninas que caminham pela beira da praia, mas que mais observam os olhares dos meninos do que qualquer outra coisa; os casais de namorados que não olham para ninguém, além deles mesmos; as duplas de salva-vidas, que divisam a praia sempre em seu todo.”

Para saber mais, clique aqui.

Boa Leitura!





Como se tornar um leitor politicamente correto em 2012?

por Ana Lou para Página da Cultura

Nós pensamos bastante e depois de uma longa reflexão chegamos à conclusão que as dicas do post de ontem (clique aqui para ler ou reler) não vão te levar a nada porque melhor que ler e  aprender é compartilhar o aprendizado.

Por isso, vamos dividir com você dicas preciosas de como se tornar um leitor politicamente correto em 2012. Vamos lá?

  1. Aproveite o clima de “Ano Novo, Vida Nova” e organize seus livros.  Seja sincero consigo mesmo(a) e doe para uma biblioteca pública os livros que você não quer mais. Podem ser livros de matemática da época em que você estava na escola ou até mesmo gibis. O importante é perceber que ele pode não ter mais utilidade para você, mas poderá fazer a diferença na vida de alguém.
  2. Antes de comprar um livro novo procure terminar a leitura dos livros que leu pela metade no decorrer do ano. Veja se realmente não há na sua estante nenhum livro que ainda não foi lido.
  3. Outra dica importante é perguntar se seu amigo não pode emprestar aquele livro que você quer ler a tempos.  Afinal o objetivo é ler o livro ou obtê-lo? leia mais »




Como se tornar um leitor politicamente incorreto em 2012?

por Ana Lou para Página da Cultura

Pois bem, nós poderíamos fazer uma lista com dicas excelentes para você se tornar um leitor politicamente correto em 2012, mas resolvemos deixar isso para amanhã, como o Diabo gosta.

Hoje vamos apenas compartilhar com você experiências do “lado negro” do mercado livreiro, afinal pensar nas coisas que não deveríamos fazer é no mínimo divertido. Sigam as dicas e boa leitura! leia mais »





Feliz Natal!

por Ana Lou para Página da Cultura

Nós aqui da Página já estamos em clima de Natal, por isso selecionamos para você algumas árvores feitas com livros. Inspire-se e boa leitura!

Árvore feita com pilhas de livros

Árvore feita com a nossa bagunça de cada dia

Ao invés de arrancar as páginas dos seus livros que tal reaproveitar os cadernos do jornal que você nunca lê?

Fotos: Reproduções





Um bom começo

por Ana Lou para Página da Cultura

Perguntamos aos nossos autores o começo do livro que eles mais gostaram. Leia as respostas e boa leitura!

Airton Ortiz

O começo de livro que mais gosto é: “Ele era um velho que pescava sozinho em seu barco…”, de “O velho e o mar”, de Ernest Hemingway.

Claudia Matarazzo

O começo de livro que mais gosto é: os começos dos livros (O anjo pornográfico, Bilac vê estrelas, Carnaval no fogo, Chega de saudade, Ela é carioca, Estrela solitária, A onda que se ergueu no mar, O pai que era mãe, Saudades do Século 20) do Ruy Castro.

David Oscar Vaz

O começo de livro que mais gosto é… todas as famílias felizes se parecem entre si, as infelizes são infelizes cada qual à sua maneira, do livro Ana Karênina, de Leon Tolstoi.

Dora Lorch

O começo de livro que mais gosto é… Não nascemos pronto, Mário Sergio Cortela leia mais »





Qual autor você queria ser?

por Ana Lou para Página da Cultura

Quando perguntamos a escritora e nossa colaboradora Liliane Prata em sua última entrevista para Página qual dica ela daria para um jovem escritor ouvimos a seguinte resposta: “Sem dúvida, escrever. E ler. Muito!”

Consequentemente, quando passamos a ler muito quase sempre elegemos um escritor como o nosso favorito. Seja pela forma como ele escreve ou descreve os fatos, por sua sensibilidade e técnica, pela maneira como conduz sua carreira. Enfim, há diversos fatores que nos levam a tal conclusão.

Por esse motivo perguntamos aos escritores da Página: Qual autor eles gostariam de ser? Leia as respostas abaixo e converse conosco através dos comentários. Boa Leitura!

Airton Ortiz

O autor que eu queria ser: Jack London.

Claudia Matarazzo

O autor que eu queria ser: varia conforme a época, já quis ser uma porção deles.

David Oscar Vaz

O autor que eu queria ser: eu mesmo, já que não consigo decidir entre tantos.

Dora Lorch

O autor que eu queria ser: Lygia Fagundes Telles e Milan Kundera

Edson Aran

O autor que eu queria ser: Millôr Fernandes.

Eduardo Garrafa

O autor que eu queria ser: Gabriel García Márquez. leia mais »





Escrever é bom, mas é melhor se…

por Ana Lou para Página da Cultura

Vida de escritor não é fácil e para escrever é preciso motivação! Os escritores aqui da Página, por exemplo, só escrevem se…

Airton Ortiz

Só escrevo se tiver o que contar.

Claudia Matarazzo

Só escrevo se tiver um copo de água ao lado. leia mais »





Vale a pena recomeçar?

por Ana Lou para Página da Cultura

Sou apaixonada pelo trabalho da poetisa Flora Figueiredo e hoje escolhi para vocês leitores do blog da Página um dos meus poemas favoritos. Afinal, refletir nunca é demais. Boa leitura!

Conselho

Nunca chore um insucesso

O que pode parecer um abcesso,

também pode servir de recomeço.

Agarre o desaponto pelo avesso,

apare as pontas, corte o excesso.

Mude a covardia de endereço,

ponha a escavadeira em retrocesso

até que o mundo,  esse réu confesso,

lhe devolva seu mel seu apreço.

Uma vez retomado o processo,

devolva-me o sorriso que mereço

Poesia retirada do livro O trem que traz a noite publicado pela Editora Novo Século





Das coisas sobre as quais eu não escreveria…

por AnaLou para Página da Cultura

Muitas pessoas sonham em escrever um livro. Mas poucas pensam sobre o que não escreveriam. Nossos autores saem na frente e dão a dica. Leia abaixo:

Airton Ortiz

Não escrevo sobre falta de assunto.

Claudia Matarazzo

Não escrevo sobre economia.

David Oscar Vaz

Não escrevo sobre o fútil que só quer agradar.

Dora Lorch

Não escrevo sobre terror.

Edson Aran

Não escrevo sobre música sertaneja. A não ser que seja pra falar mal. leia mais »





A revolução de 64 do ponto de vista dos biquínis

Há alguns anos o Arquivo Nacional, por meio da internet, disponibilizou vasto material documental referente às polícias políticas no Brasil. Trata-se do projeto “Memórias Reveladas”. Enganam-se os que imaginam conter nestes registros apenas informações de lutas político-partidárias. A documentação do projeto “Memória Reveladas” também possibilita o estudo de temas aparentemente sem nenhum vínculo com os objetivos das instituições repressoras, como é o caso da história dos valores morais ou dos objetos da vida cotidiana Exemplo disso é a ficha BR RJANRIO,XX D7.0.FAM, FOT.7, acompanhada pelo respectivo documento digitalizado que retrata “Maria Teresa Fontella Goulart em trajes de banho à beira de uma piscina”. A fotografia da esposa do presidente João Goulart foi produzida entre 1958 e 1960, mas provavelmente ingressou após 1964 nos arquivos da polícia política. Há poucos elementos que permitam contextualizar a imagem, mas ela é reveladora de um aspecto pouco explorado pelos pesquisadores. Entre 1945 e 1964, registra-se uma imensa renovação nos costumes, sendo que em muitas capitais brasileiras observa-se uma progressiva autonomia da mulher, expressa na liberdade da escolha de como se vestir. O que, com certeza, desafiou tradições patriarcais. Já é hora de considerar essa “subversão cultural” um elemento não desprezível na mobilização de muitos que pouco tinham a ganhar com o golpe militar. Para saber mais, clique aqui.